terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

O CARNAVAL É CULTURA



Carnaval é uma festa
Antes de cristo criada
Adeus a carne chamada
Na Grécia seu surgimento
Isso é a pura certeza
Todo grego com franqueza
FAZIA AGRADECIMENTO

Aos deuses por fertilizar
O solo pra produção
Fazia concentração
De festejos populares
Era um período festivo
Bailes e desfiles ao vivo
E ALEGRIA NOS OLHARES

Depois da idade média
Mudou muito o carnaval
O costume o ritual
Até mesmo a qualidade
Houve um leque de abertura
Desenvolveu-se a cultura
NO MEIO DA SOCIEDADE

A cidade de Paris
Foi o principal modelo
Com crescimento e zelo
Pro mundo inteiro exportou
A festa do carnaval
E do tradicional
MUITO POUCO APROVEITOU

Essa inspiração chegou
No nosso chão brasileiro
Foi o Rio de Janeiro
Primeiro a se organizar
Outro  estilo anexou
Em seguida colocou
AS ESCOLAS PRA SAMBAR

Todos os participantes
Que vão a esta folia
Transborda de alegria
Aproveitando o momento
Num elo de amizade
Assassinando saudade
DENTRO DO DIVERTIMENTO

(H.B.A)




sábado, 24 de janeiro de 2015

VIVER FELIZ É ASSIM



Quem vive sentindo gosto
De viver tranquilamente
Amando seu semelhante
Deus age constantemente
Na vida desta pessoa
A cada instante presente

Quem tem a capacidade
De praticar a partilha
Tem coração generoso
Caminha certo na trilha
Armazenando  bondade
Que da caridade é filha

Quem pratica perdoar
Constrói sua salvação
Vasculha todo rancor
Troca o ódio no perdão
Retira   mau que atrapalha
A vida de um cristão

Quem expulsa o egoísmo
Cura-se dum grande mal
Considerado um câncer
Afetando o pessoal
Matando todas as células
Jogando no funeral

Quem busca  aumentar fé
Primeiro tem que aceitar
A palavra de Jesus
Humildemente clamar
Pedindo perdão das faltas
Para graças alcançar

(HELENA BEZERRA)






sábado, 17 de janeiro de 2015

A VIDA LONGE DE DEUS




Escuta-se atualmente
Que alguém vive reclamando
De tudo se lamentando
Do clima frio e do quente
Do sadio e do doente
Diz que Deus faz tudo errado
Não gosta de está deitado
Em cama Box ou no chão
Dizendo sim  diz mil não
É um viver desgraçado

Sofrer faz parte da vida
Mas ninguém quer aceitar
De tudo quer reclamar
Na chegada e na saída
Faz xingação da comida
Se estiver fria ou quente
Se tem muita ou pouca gente
Quando vai se divertir
Até quando vai dormir
Não gosta do ambiente

Reclama se faz verão
Se chove também reclama
No barro seco ou na lama
Na cidade ou no sertão
Calçado ou de pé no chão
Não para de reclamar
Até em jogo de azar
Faz posta perde o que tem
Não valoriza ninguém
Sua vida é reclamar

Se for bonito acha feio
Se for caro acha barato
Se for simpático acha chato
Se for no fim vai pro meio
Se for falar tem receio
Se for  pra ter confusão
Coloca-se em posição
Só a favor do culpado  
Resmungando encabulado
Sem rumo e sem direção


(Helena Bezerra)





sábado, 27 de dezembro de 2014

É NATAL




Natal é viver  em paz
Conquistando mais amigos
Reconhecer os seus erros
Rezar por seus inimigos
Se livrar do egoísmo
Pra não cair em perigos

No período natalino
Procurar se converter
Perdoar  os inimigos
Sentir o amor crescer
No centro do coração
Dando sentido ao viver

Natal é tempo de graças
Que  preenche todo espaço
Quem busca Jesus recebe
A cada dia um abraço
Da providência divina
Que prende todos  num laço

É tempo de desprezar
As amarras do orgulho
Rezar pra não se atingir
Desta carga de entulho
Empacotar este mau
E  enterrar o embrulho

Natal é tempo de luz
Para a mente iluminar
Ser humilde nos seus atos
Viver alegre e sonhar
E a palavra de Deus
Receber e praticar

Se está no erro reflita
Se curve e peça perdão
Se estiver com tristeza
Se anime meu irmão
Se há trevas fuja dela
Se quer sua vida bela
Se faça um bom cristão

(HELENA)


quinta-feira, 27 de novembro de 2014

VALORIZANDO O CORDEL CEARENCE



O cordel vem de cordão
Antigamente  usado
Pra pendurar os cordéis
Deixando-os bem destacado
Vendidos pelo autor
Numa feira de mercado

Todo cordel é rimado
O critério é do autor
Em décimas ou em sextilhas
Todos eles têm valor
Cantado ou declamado
Por poeta cantador

A rima tem o odor
De perfumar a poesia
O poeta é beija flor
Que visita todo dia
O jardim que favorece
Os versos que ele cria

O nordeste contagia
O Brasil de cordelistas
E os principais estados
Que produzem estes artistas
São os mesmos que produzem
Cantadores repentistas


Estão incluídos nas listas
Erre Ene e Ceará
 Destacam-se nos cordéis
Cante lá que Eu canto cá
Do poeta Patativa
Imitando um sabiá

Aqui ali acolá
Alguém tem conhecimento
Deste produto criado
Por poeta de talento
Que sempre cria e escreve
O que sai do pensamento

O Ceará no momento
Apresenta produção
De cordéis e cordelistas
Da praia até o sertão
Divulgando Patativa
Cego Aderaldo e Tião

O cordel é a lição
Que tempera esta cultura
Verso rima e oração
O cordelista mistura
E o resultado final

É esta literatura.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

EM TUDO VEJO CULTURA

EM TUDO VEJO CULTURA

   
A herança  da cultura
Frui  em todas as gerações
Uns  veem as mesmas coisas
Com diferentes visões
Questionam e desaprovam
De certas  opiniões

Cada país se destaca
Com culturas influentes
Estados e municípios
E todos os continentes
Nações etnias e raças
Com costumes diferentes

O modo de vê o mundo
No  contexto  social
Com suas adversidades
Sem preservar a moral
Deixa algo a desejar
Na herança cultural

A gente faz a cultura
Sem saber se está fazendo
Na vida em comunidade
Na forma que vai vivendo
No  meio  familiar
Ela vive aparecendo

Até num dente doendo
Para curar tem cultura
Um busca odontologia
Outro improvisa e cura
Com álcool sal e pimenta
E raspa de rapadura

A cultura está presente
No sorriso da criança
No  olhar do ser humano
Na fé e na esperança
No trabalho estudantil
No progresso que avança.