O tempo Deus determina
E o homem não contraria
E a vida nos ensina
Fazer o que não queria
Despedir-se de Dian
Com este seu povo fan
De suas reflexões
E do seu comportamento
Todo seu ensinamento
Fica em nossos corações
Tempo tu fostes ingrato
Tomando das nossas mãos
Antecipou o contrato
Mexeu com estes cristãos
Dian um padre excelente
Orientou esta gente
O amor vivenciar
Ouvindo os dizeres seus
E da palavra de Deus
Poder se alimentar
No coração deste povo
Deixa saudade guardada
Mas vá em busca do novo
É longa sua jornada
Missionário é assim
A Deus dissestes o sim
Radiante como luz
Que não deixa no escuro
E o seu porto seguro
É a força de Jesus
O trabalho que foi feito
Devemos agradecer
O carisma o respeito
Faz tudo por merecer
Sentiremos sua falta
Recordando do Exalta
Sua marca registrada
O céu descia pra terra
No alto daquela serra
Dando sua coordenada
O nosso agradecimento
A nossa mãe padroeira
Por dar o merecimento
De se ter a vez primeira
Dian Carlos celebrando
Se despedindo e orando
Por todo povo presente
Que tanto bem te deseja
E o pensamento almeja
Tê-lo aqui futuramente
O diácono Edinaldo
O rebanho vai guiar
Fazendo soma do saldo
De tanto aqui ajudar
Aguardamos com carinho
Futuro padre Netinho
Continuar a missão
Desta paróquia potente
Orientando esta gente
A buscar a salvação
Adeus Dian Carlos Adeus!
Leve no seu coração
A recordação dos teus
Discípulos de devoção
Um acúmulo de saudade
Dividida na metade
Pra ti e pra teu irmãos
Para melhor aceitar
A Jesus vamos rezar
Erguendo as nossas mãos.
Escreveu HELENA BEZERRA. Em09/10/16.
Por ocasião do encerramento da festa da nossa padroeira Nossa S.P.Socorro.
No entanto houve a despedida do pe.Dian deixando nossa paróquia para ir assumir
a paróquia de Assu.
Faço um convite sincero A todos apologistas Poetas e cordelistas Indo ao mundo virtual Pesquise em blog e jornal Viva sempre em sintonia Venha fazer companhia Curtir e apreciar E se poder comentar Um foco de poesia.
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
terça-feira, 27 de setembro de 2016
APOSTANDO NA MUDANÇA
Entre ideias e planos
Resolveram unificar
Passados anos e anos
Na disputa pra ganhar
O eleitor virou gente
Todos numa só corrente
Nem bacurau nem bicudo
Atrás dos outros correndo
Fiscalizando e vendendo
O veneno matou tudo
A força da união
Brotou no meio do povo
Seguindo na direção
De um horizonte novo
Com proposta transparente
Ensinando muita gente
Dois de outubro votar
E aguardar resultado
Depois do cargo empossado
O lema é trabalhar
Pro povo ter confiança
Nos candidatos apostar
É só lhes fazer cobrança
Se nas propostas falhar
Tenham sempre pés no chão
Não subam de avião
Sem poder aterrissar
Pensem antes de fazer
Para se arrepender
E o povo não perdoar
Não prometam sem poder
Cumpri o que prometeu
Se a equipe fazer
Não use o pronome eu
Tratem bem o eleitor
Cultivem sempre o amor
Que é mola principal
É desta forma que ganha
E o pessoal acompanha
Na marcha municipal
domingo, 25 de setembro de 2016
ATITUDE CURIOSA
ATITUDE CURIOSA
A seca
afetou demais
O interior
do estado
Matou
plantas animais
Secou vale
ensopado
Maria do
livramento
Em frente a seu aposento
Duas plantas
conservava
Muita sombra
oferecia
E na casa de
Maria
Clima quente
não chegava
Quando tudo
parecia
Que ia
continuar
Sombra
fresca água fria
A seca veio mudar
A seca veio mudar
Aquele lugar
de prosas
As duas
árvores frondosas
Adoeceram e
caíram
Marcas no
lugar deixaram
Depois que
as retiraram
Outras
substituíram
Introduziu
se cedinho
Outras
plantas no lugar
O pessoal de
pertinho
Vieram
observar
E dar as
opiniões
Surgiram
várias versões
Paravam pra
perguntar
O que é isso
moço?
Tá é cavando um poço?
Haja pergunta no ar.
Isso é
botija amigo?
Vai plantar
o que?
É ninho ou é
figo?
Isso é
mussambê?
Outro é
juazeiro?
Parece um pé
pereiro
Melhor se
fosse pinhão
Aroeira dona
Maria
Muito
ligeiro crescia
É a planta
do sertão
As motos iam
parando
Os
motoqueiros Descendo
Os carros iam encostando
O que está
acontecendo?
Pedestres se
acumulavam
Opiniões não
faltavam
Sendo eu
fazia assim
Maria bem chateada
Respondeu encabulada
Estou plantando capim.
Respondeu encabulada
Estou plantando capim.
HELENA BEZERRA.
terça-feira, 20 de setembro de 2016
PERCURSO PRA FEIRA
De viajar bem cedinho
O dinheiro bem curtinho
De trinta só a metade
Pra ir a outra cidade
Um negócio resolver
Então decidi descer
E esperar o caminhão
Que tinha obrigação
Levar feirista e trazer.
De outra cidade vinha
Este transporte esperado
Consegui uma vaguinha
Num grande amontoado
Saí com pé enganchado
Na trave do caminhão
Recebendo arranhão
Dum arame enferrujado
Balaio de ovos ao lado
Pra eu prestar atenção
Naquele percurso certo
Rezava-se oração
Estava ali por perto
São Cristovam Damião
Pra proteger na estrada
Quase toda parada
Entrava um passageiro
Aqui acolá um cheiro
Desagradável saia
E a lotação seguia
Pra completar o roteiro
No rosto dos passageiros
Um sorriso estampado
Vendo o carro parado
Em frente uma garapeira
Seguiam todos pra feira
Alguns produtos comprar
Alguns iam pechinchar
Fazendo economia
Era uma garantia
Pra noutra feira voltar
No pino do meio dia
Todos estavam no carro
Conduzindo o que podia
Fumando em um cigarro
Entrando no caminhão
Uns vinte e cinco no chão
Gritando deixe eu entrar
Para ir organizando
Muitos sacos colocando
Pro passageiro sentar
Compravam no atacado
Alimentos e animais
Era tudo misturado
Uns na frente outros atrás
Bode e ovelhas berrando
Galinha cacarejando
Os cachorros e os suínos
Madeira pra construção
Gaiolas potes e pilão
Adultos jovens e meninos
Mas esta farra acabou
Deixando recordação
A crise já descartou
Feiristas o caminhão
Que iam toda semana
Desapareceu a grana
Tudo por corrupção
Feita pelos marajás
O roubo da Petrobrás
Empobreceu a nação.
HELENA BEZERRA.
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
SEU TRAJETO FOI ASSIM
Foi
projetado por Deus
Planejado
direitinho
Chegou no
mundo chorando
De gente era
um pinguinho
Mas cresceu
acompanhando
As curvas do
seu caminho
Refiro me a
seu Fransquinho
Que nasceu
pra ser feliz
O nome
abençoado
De Francisco
de Assis
Da família
nascimento
Que é a sua
raiz
Tinha Jesus
por juiz
Dos atos que
praticava
Foi bom
filho bom irmão
Toda a
família ajudava
No ato da
precisão
O seu
serviço prestava
Muito novo
só pensava
Numa família
formar
E quando
conheceu Neuza
Começou
encasquetar
Só vou ficar
sossegado
Quando com
ela falar
Pediu para
namorar
Neuza impôs
condição
Só namoro
pra casar
Essa é minha
opinião
Ele disse é
o meu plano
Vamos selar
união
Diante a
aceitação
Naquele
lindo momento
Ele
desprezou as outras
Que tinha no
pensamento
Se preparou
pra pedir
Ela para o
casamento
Foi um bom
entendimento
Com todos
familiares
O casamento
marcado
Para unir os
pilhares
Alicerçando
a família
Para edifica
os lares
Noticia voou
nos ares
Foi
registrada a união
Foram três
dias de festas
Com muita
animação
Feita na
casa da noiva
Reinando
satisfação
Com muita
dedicação
E
responsabilidade
Pegaram o
peso da cruz
E dividiram
a metade
Jesus Cristo
abençoou
E deu
responsabilidade
Enfrentaram
com vontade
E amor no
coração
A vida
cotidiana
Cumprindo a
obrigação
E cada ano
um menino
Com a maior
perfeição
Sempre teve
a intensão
De ser pai
de muita gente
Sentado
naquela mesa
Na hora do
café quente
Dava
conselhos apontando
Os erros
severamente
Lia
educadamente
O ABC da
lição
Ai daquele
que agisse
Contrário a
opinião
Perdia todo
cartaz
Sem ter
recuperação
Ele era um
cidadão
De um
exemplo brilhante
O peso era
de menino
Disposição
de gigante
Econômico e
pontual
De caráter
transbordante
Foi muito
perseverante
Honesto e trabalhador
Era
agropecuarista
Pedreiro e
vendedor
Até da nossa
capela
Foi
administrador
Dedicou se
por amor
A devoção a
Maria
Sempre
louvou-a tocando
Em qualquer
hora do dia
Como ele não
cantava
Seu violão
transmitia
O que ele
mais queria
Era alguém
interessar
Aprender a
sua arte
Tinha gosto
de ensinar
E doava o
violão
Para servir
neste altar
Pra ocupar
seu lugar
Ninguém se
habilitou
Mesmo doente
ele vinha
Todo ritmo
acompanhou
DO,RE,MI,
FA, SÓ, LA,SI,
Todo tempo
dominou
Depois que
se afastou
Lutando com
a doença
Ficou vindo
assistir missas
Aumentando
sua crença
Sempre que
estava aqui
Marcava sua
presença
A sua fé era
imensa
Lhe ajudou
no sofrimento
Teve uma
vida longa
Saboreou cem
por cento
Das coisas
da natureza
Do trabalho
ao alimento
Explorou conhecimento
Em tudo que
procurou
Viveu
oitenta e seis anos
Toda vida
dedicou
Ao trabalho
e a família
A igreja e
ao Senhor
Muitas
saudades deixou
Mas como
estava faltando
Um tocador
no coral
Um anjo
ficou chamando
Venha pra
tocar no céu
Envolveu ele
num véu
E nós
fiquemos chorando.
Autora;
HELENA BEZERRA
FRUTUSO
GOMES 12-08-2016
quarta-feira, 20 de julho de 2016
AMIGO É ASSIM
Não existe distância pra amigo
No momento difícil está presente
No estado sadio ou no doente
Se manifesta em qualquer situação
Pra problemas encontra solução
Uma ponte de amor edificando
Quem precisa passar vai ajudando
Dando espaço pra ir e pra voltar
Um amigo é farol iluminando
O caminho pro outro atravessar
sábado, 2 de julho de 2016
ACOLHAMOS COM ALEGRIA
Entre aplausos e vivas
Ansiedade e desejo
Chega a imagem da santa
Num animado cortejo
Na nossa comunidade
Ao som de palma e festejo
Todos unidos cantando
Para receber Maria
Padroeira do Brasil
Que os seus filhos auxilia
Enchendo seus corações
Duma profunda alegria
Quem era que imaginava
De um dia acontecer
A imagem de Maria
Longa estrada percorrer
Até chegar esta serra
E sua bênçãos fornecer
É um grande privilegio
Para nossa comunidade
Entrar no Rota Trezentos
Sentir fé e humildade
Se envolvendo nas graças
Da mãe de humanidade
Unidos pedimos bênçãos
Para todos os presentes
Pedimos paz para outros
Que daqui estão ausentes
E a saúde completa
Para todos os doentes
Adeus Santa Aparecida
Siga a peregrinação
Continue abençoando
Região por região
Regressando ao seu lugar
Não deixe de abençoar
O povo deste sertão.
Escreveu: HELENA BEZERRA.
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