INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
O nosso país precisa
Combater a intolerância
No âmbito religioso
Elevando a culminância
A humanidade geral
Sair da ignorância
Catequizar as crianças
É um caminho a seguir
Orientando pra vida
É meta pra abolir
Tudo que for preconceito
Amor substituir
A família estruturada
É a base principal
A escola complementa
O ensino essencial
Para instruir a vida
Isso é fundamental
Todas as crianças têm
Direito a educação
Realizar os seus sonhos
Sem cortar a vocação
Se caminhar neste rumo
Não há discriminação
Existem vários fatores
Que nos leva a refletir
Sobre a necessidade
Do poder contribuir
Na formação do sujeito
No viver e no agir
A escola é responsável
Pela aproximação
Da sua comunidade
Usando a educação
Priorizando as famílias
Uma boa relação
Neste caminho passeia
A tolerância o respeito
O perdão a paciência
O dever e o direito
Assim o amor penetra
Excluindo o preconceito
O nosso pai soberano
Aponta pra humanidade
Sua matemática soma
Os números da igualdade
Sem focar religião
Raça cor ou qualidade
É tanta intolerância
Que deve ser tolerada
Em todas as religiões
Dentro do país formada
Com os falsos julgamentos
Por língua infectada
Quando o povo se unir
Formando uma só corrente
E a palavra de Deus
Buscada diariamente
Intolerância cai fora
E a vida fica descente
Autora: HELENA BEZERRA..
Faço um convite sincero A todos apologistas Poetas e cordelistas Indo ao mundo virtual Pesquise em blog e jornal Viva sempre em sintonia Venha fazer companhia Curtir e apreciar E se poder comentar Um foco de poesia.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
VIVENDO A CIDADANIA
Em qualquer ocasião
É está em sintonia
Na hora da precisão
A partilha praticar
Se precisar perdoar
Assim é ser cidadão
Resgatar muitos valores
Que estão em extinção
No meio familiar
Tendo boa integração
Criar laços de amizade
Falando sempre a verdade
Assim é ser cidadão
Respeitar a natureza
Com a sua criação
Lutar pelos seus direitos
Sem provocar confusão
Cumprir com seus os deveres
Isso frui como prazeres
Na vida do cidadão
A família é a base
Que lhe dá sustentação
Sendo bem estruturada
Oferece educação
Mostra o caminho certo
Desviando do incerto
Construindo o cidadão
A escola contribui
Ajudando a formação
Ao longo da sua vida
Com boa orientação
Depois de ficar formado
Já se sente preparado
Para ser um cidadão
A comunidade ajuda
Fazendo boa ação
E atrapalha também
Se tudo faz confusão
Deixando o sujeito tonto
E as ideias a ponto
De nunca ser cidadão
A sociedade influi
Predisposta na questão
De uma forma ou outra
Faz a colaboração
No sentido de ajudar
Ao caráter e bem estar
De qualquer um cidadão
A educação moral
Traz a fundamentação
Quem tem é bem sucedido
Em qualquer ocasião
Respeitar ser respeitado
É um quesito aprovado
Na vida do cidadão
Viver em sociedade
Requer a obrigação
De exercer cidadania
Com toda dedicação
Procurar ser informado
Nunca se deixar lesado
Assim é ser cidadão
Zelar o meio ambiente
É forma de prevenção
Orientar as pessoas
Evitar sujar o chão
Com o lixo reciclável
É uma ação louvável
Na vida do cidadão
Usar meios de transporte
Que não faz poluição
Sem mudar a cor do céu
Nem o verde do sertão
Sem devastar a floresta
A passarada faz festa
Dando viva ao cidadão
Criar projetos políticos
Para haver preservação
Nos mananciais de águas
Não ter contaminação
A maior fonte de vida
Nunca ficar impedida
De servir ao cidadão
Evitar de consumir
Produtos sem precisão
Nunca ser alienado
Por falsa informação
Apenas tome cuidado
Pra não ser um viciado
Meu amigo cidadão
Precisa todos lutarem
Em busca de solução
Fazer valer os direitos
Pra toda população
Cumprir normas respeitar
Isso vai colaborar
Na vida do cidadão
Ter direitos e deveres
E boa educação
Igualdade social
Saúde e habitação
Condição pra trabalhar
Isso não pode faltar
Na vida do cidadão
No Brasil o Nepotismo
Gera muita discussão
Mas continua agindo
Não há fiscalização
E o povo acomodado
Fica esperando calado
No agir do cidadão
Alguns lutam por direito
Esquecem a obrigação
De cumprir com os deveres
Nem se quer dá atenção
Agindo sempre incorreto
Nunca pode chegar perto
De ser um bom cidadão
Assegura se o direito
De uma livre expressão
Escolher seus candidatos
Votar sem ter opressão
Liberdade garantida
Isso faz parte da vida
De quem quer ser cidadão
Depois que a economia
Sofreu globalização
Houve perda de direitos
Saúde educação
A moradia,o lazer
Tudo isso faz sofrer
Quem pensa ser cidadão
Ainda é utopia
Pensar que toda nação
Tem os direitos iguais
Este é o xis da questão
Alguns privilegiados
E outros discriminados
Onde mora o cidadã?
Tem muita gente na fila
Esperando a ocasião
Pra melhorar a saúde
O que recebe é não
Morre sem ser atendido
Foi um direito perdido
Para esse cidadão
O índio luta constante
Enfrentando invasão
Que sofre nas suas terras
Nunca há moderação
O invasor sempre diz
De Norte ao Sul do país
Eu sou um bom cidadão
A carta da ONU diz
Em sua definição
Que os homens são iguais
Sem nenhuma distinção
A lei já foi aprovada
Falta ser executada
Na vida do cidadão
Procurar ser informado
É uma obrigação
De cada um ser humano
Dentro e fora da nação
Assim está preparado
Pra qualquer ato negado
Na vida do cidadão
Lutas intensas existem
Sem obter solução
Pra dar um ponto final
Na tal discriminação
Este é um mal resistente
Afeta constantemente
A vida do cidadão
Os direitos trabalhistas
Tem muita sonegação
Mesmo sendo garantido
Pela constituição
Quase não tem serventia
Na aposentadoria
Do pequeno cidadão
O pobre,negro e índio
Sofrem discriminação
O branco perseguidor
Munido de ambição
Neste mundo desumano
Agindo como um tirano
Tá longe de ser cidadão
Criança merece ter
Carinho e dedicação
E muitas são vitimadas
Jogadas em um lixão
Os culpados são os pais
Não pode entrar jamais
Na lista de cidadão
O sujeito seja visto
Em qualquer ocasião
Independente de raça
E também religião
Trocando o ter pelo ser
Aí se pode entender
O perfil do cidadão
O homem inteligente
Cria mecanização
Por sociedade justa
Sonho de todo cristão
Se chegar acontecer
Todo mundo vai querer
Viver como cidadão
A conquista de direitos
Deve ser a decisão
De grupos organizados
Lutando em prol da nação
Fiscalizando os errados
E expulsando culpados
De fraudar o cidadão.
(HELENA BEZERRA)
domingo, 16 de outubro de 2016
Mote:PROFESSOR É A BASE QUE SUSTENTA OS PILHARES DA NOSSA EDUCAÇÃO.
Mote:PROFESSOR É A BASE QUE SUSTENTA
OS PILHARES DA NOSSA EDUCAÇÃO.
Nossa vida precisa conhecer
A história o espaço e a ciência
O sabor do amor e a essência
Apurada nas páginas do saber
Professor representa o único ser
Que orienta uma boa formação
É fiel exercendo a profissão
Onde outro querendo não enfrenta
Professor é a base que sustenta
Os pilhares da nossa educação
Nunca pode parar de estudar
Para ser um leal mediador
Bom perfil de melhor Educador
Mediando a temática a ensinar
As ideias dos outros aceitar
Refletir acatar opinião
Projetar o estudo em direção
As pesquisas que plano representa
Professor é a base que sustenta
Os pilhares da nossa educação
Advogados,médicos e doutores
A nobreza de classe elitizada
Onde a base foi toda preparada
Pelas mãos dos exímios professores
Até servem de fios condutores
Preparando pra vida o cidadão
Orienta a buscar a profissão
Que dê certo com sua ferramenta
Professor é a base que sustenta
Os pilhares da nossa educação
Professor no Brasil perde valor
Vai a luta mas negam seu direito
Categoria que merece respeito
Ai de nossa nação sem professor
A comparar um rebanho sem pastor
Caminhando sem rumo e direção
Analfabetos de letras e instrução
Só a sua nação lhe aguenta
Professor é a base que sustenta
Os pilhares da nossa educação.
(HELENA BEZERRA)
segunda-feira, 10 de outubro de 2016
OBEDECENDO A MISSÃO
O tempo Deus determina
E o homem não contraria
E a vida nos ensina
Fazer o que não queria
Despedir-se de Dian
Com este seu povo fan
De suas reflexões
E do seu comportamento
Todo seu ensinamento
Fica em nossos corações
Tempo tu fostes ingrato
Tomando das nossas mãos
Antecipou o contrato
Mexeu com estes cristãos
Dian um padre excelente
Orientou esta gente
O amor vivenciar
Ouvindo os dizeres seus
E da palavra de Deus
Poder se alimentar
No coração deste povo
Deixa saudade guardada
Mas vá em busca do novo
É longa sua jornada
Missionário é assim
A Deus dissestes o sim
Radiante como luz
Que não deixa no escuro
E o seu porto seguro
É a força de Jesus
O trabalho que foi feito
Devemos agradecer
O carisma o respeito
Faz tudo por merecer
Sentiremos sua falta
Recordando do Exalta
Sua marca registrada
O céu descia pra terra
No alto daquela serra
Dando sua coordenada
O nosso agradecimento
A nossa mãe padroeira
Por dar o merecimento
De se ter a vez primeira
Dian Carlos celebrando
Se despedindo e orando
Por todo povo presente
Que tanto bem te deseja
E o pensamento almeja
Tê-lo aqui futuramente
O diácono Edinaldo
O rebanho vai guiar
Fazendo soma do saldo
De tanto aqui ajudar
Aguardamos com carinho
Futuro padre Netinho
Continuar a missão
Desta paróquia potente
Orientando esta gente
A buscar a salvação
Adeus Dian Carlos Adeus!
Leve no seu coração
A recordação dos teus
Discípulos de devoção
Um acúmulo de saudade
Dividida na metade
Pra ti e pra teu irmãos
Para melhor aceitar
A Jesus vamos rezar
Erguendo as nossas mãos.
Escreveu HELENA BEZERRA. Em09/10/16.
Por ocasião do encerramento da festa da nossa padroeira Nossa S.P.Socorro.
No entanto houve a despedida do pe.Dian deixando nossa paróquia para ir assumir
a paróquia de Assu.
E o homem não contraria
E a vida nos ensina
Fazer o que não queria
Despedir-se de Dian
Com este seu povo fan
De suas reflexões
E do seu comportamento
Todo seu ensinamento
Fica em nossos corações
Tempo tu fostes ingrato
Tomando das nossas mãos
Antecipou o contrato
Mexeu com estes cristãos
Dian um padre excelente
Orientou esta gente
O amor vivenciar
Ouvindo os dizeres seus
E da palavra de Deus
Poder se alimentar
No coração deste povo
Deixa saudade guardada
Mas vá em busca do novo
É longa sua jornada
Missionário é assim
A Deus dissestes o sim
Radiante como luz
Que não deixa no escuro
E o seu porto seguro
É a força de Jesus
O trabalho que foi feito
Devemos agradecer
O carisma o respeito
Faz tudo por merecer
Sentiremos sua falta
Recordando do Exalta
Sua marca registrada
O céu descia pra terra
No alto daquela serra
Dando sua coordenada
O nosso agradecimento
A nossa mãe padroeira
Por dar o merecimento
De se ter a vez primeira
Dian Carlos celebrando
Se despedindo e orando
Por todo povo presente
Que tanto bem te deseja
E o pensamento almeja
Tê-lo aqui futuramente
O diácono Edinaldo
O rebanho vai guiar
Fazendo soma do saldo
De tanto aqui ajudar
Aguardamos com carinho
Futuro padre Netinho
Continuar a missão
Desta paróquia potente
Orientando esta gente
A buscar a salvação
Adeus Dian Carlos Adeus!
Leve no seu coração
A recordação dos teus
Discípulos de devoção
Um acúmulo de saudade
Dividida na metade
Pra ti e pra teu irmãos
Para melhor aceitar
A Jesus vamos rezar
Erguendo as nossas mãos.
Escreveu HELENA BEZERRA. Em09/10/16.
Por ocasião do encerramento da festa da nossa padroeira Nossa S.P.Socorro.
No entanto houve a despedida do pe.Dian deixando nossa paróquia para ir assumir
a paróquia de Assu.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
APOSTANDO NA MUDANÇA
Entre ideias e planos
Resolveram unificar
Passados anos e anos
Na disputa pra ganhar
O eleitor virou gente
Todos numa só corrente
Nem bacurau nem bicudo
Atrás dos outros correndo
Fiscalizando e vendendo
O veneno matou tudo
A força da união
Brotou no meio do povo
Seguindo na direção
De um horizonte novo
Com proposta transparente
Ensinando muita gente
Dois de outubro votar
E aguardar resultado
Depois do cargo empossado
O lema é trabalhar
Pro povo ter confiança
Nos candidatos apostar
É só lhes fazer cobrança
Se nas propostas falhar
Tenham sempre pés no chão
Não subam de avião
Sem poder aterrissar
Pensem antes de fazer
Para se arrepender
E o povo não perdoar
Não prometam sem poder
Cumpri o que prometeu
Se a equipe fazer
Não use o pronome eu
Tratem bem o eleitor
Cultivem sempre o amor
Que é mola principal
É desta forma que ganha
E o pessoal acompanha
Na marcha municipal
domingo, 25 de setembro de 2016
ATITUDE CURIOSA
ATITUDE CURIOSA
A seca
afetou demais
O interior
do estado
Matou
plantas animais
Secou vale
ensopado
Maria do
livramento
Em frente a seu aposento
Duas plantas
conservava
Muita sombra
oferecia
E na casa de
Maria
Clima quente
não chegava
Quando tudo
parecia
Que ia
continuar
Sombra
fresca água fria
A seca veio mudar
A seca veio mudar
Aquele lugar
de prosas
As duas
árvores frondosas
Adoeceram e
caíram
Marcas no
lugar deixaram
Depois que
as retiraram
Outras
substituíram
Introduziu
se cedinho
Outras
plantas no lugar
O pessoal de
pertinho
Vieram
observar
E dar as
opiniões
Surgiram
várias versões
Paravam pra
perguntar
O que é isso
moço?
Tá é cavando um poço?
Haja pergunta no ar.
Isso é
botija amigo?
Vai plantar
o que?
É ninho ou é
figo?
Isso é
mussambê?
Outro é
juazeiro?
Parece um pé
pereiro
Melhor se
fosse pinhão
Aroeira dona
Maria
Muito
ligeiro crescia
É a planta
do sertão
As motos iam
parando
Os
motoqueiros Descendo
Os carros iam encostando
O que está
acontecendo?
Pedestres se
acumulavam
Opiniões não
faltavam
Sendo eu
fazia assim
Maria bem chateada
Respondeu encabulada
Estou plantando capim.
Respondeu encabulada
Estou plantando capim.
HELENA BEZERRA.
terça-feira, 20 de setembro de 2016
PERCURSO PRA FEIRA
De viajar bem cedinho
O dinheiro bem curtinho
De trinta só a metade
Pra ir a outra cidade
Um negócio resolver
Então decidi descer
E esperar o caminhão
Que tinha obrigação
Levar feirista e trazer.
De outra cidade vinha
Este transporte esperado
Consegui uma vaguinha
Num grande amontoado
Saí com pé enganchado
Na trave do caminhão
Recebendo arranhão
Dum arame enferrujado
Balaio de ovos ao lado
Pra eu prestar atenção
Naquele percurso certo
Rezava-se oração
Estava ali por perto
São Cristovam Damião
Pra proteger na estrada
Quase toda parada
Entrava um passageiro
Aqui acolá um cheiro
Desagradável saia
E a lotação seguia
Pra completar o roteiro
No rosto dos passageiros
Um sorriso estampado
Vendo o carro parado
Em frente uma garapeira
Seguiam todos pra feira
Alguns produtos comprar
Alguns iam pechinchar
Fazendo economia
Era uma garantia
Pra noutra feira voltar
No pino do meio dia
Todos estavam no carro
Conduzindo o que podia
Fumando em um cigarro
Entrando no caminhão
Uns vinte e cinco no chão
Gritando deixe eu entrar
Para ir organizando
Muitos sacos colocando
Pro passageiro sentar
Compravam no atacado
Alimentos e animais
Era tudo misturado
Uns na frente outros atrás
Bode e ovelhas berrando
Galinha cacarejando
Os cachorros e os suínos
Madeira pra construção
Gaiolas potes e pilão
Adultos jovens e meninos
Mas esta farra acabou
Deixando recordação
A crise já descartou
Feiristas o caminhão
Que iam toda semana
Desapareceu a grana
Tudo por corrupção
Feita pelos marajás
O roubo da Petrobrás
Empobreceu a nação.
HELENA BEZERRA.
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