Faço um convite sincero A todos apologistas Poetas e cordelistas Indo ao mundo virtual Pesquise em blog e jornal Viva sempre em sintonia Venha fazer companhia Curtir e apreciar E se poder comentar Um foco de poesia.
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
PERSEGUIÇÃO É ASSIM
Se a pessoa consegue
Um trabalho pra viver
Os marajás do poder
Com olho gordo persegue
Outros adeptos consegue
Os direitos derrubar
Quem lutou pra conquistar
Durante árdua missão
Vê outro passar a mão
Sem o suor derramar
São lutas pra conseguir
Um trabalho invejado
Tanto tempo trabalhado
Sem os esforços medir
Muitas noites sem dorrmir
Tentando aperfeiçoar
Estuda pra melhorar
O nível da profissão
Vê outro passar a mão
Sem o suor derramar
A crise está instalada
Aonde a corda se tora
Quem plantou já pulou fora
O pobre sofre lapada
A cúpula dar emboscada
Pra impostos arrecardar
E o que poder desviar
Sucateando a nação
Vê outro passar a mão
Sem o suor derramar
O ponto alvo a propina
Cada um com sua parte
Parece que virou arte
A alta da gasolina
O pobre guarda a buzina
Somente pra recordar
Nem pode acompanhar
O preço do botijão
Vê outro passar a mão
Sem o suor derramar
Pagar conta sem dever
Ah! negócio desgraçado
Quem tem salário minguado
É sangrado sem querer
Até se adoecer
Morre sem se consultar
Não há vaga pra internar
É triste a situação
Vê outro passar a mão
Sem o suor derramar
Se tudo que foi robado
Houvesse devolução
Mala,cueca calção
Fosse tudo despejado
Os cofres do nosso estado
Enchia até sangrar
Nem precisava tirar
Do servidor um quinhão
E outro passar a mão
Sem o suor derramar.
HELENA BEZERRA.
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
VOU DEIXAR PRA DOIS MIL E DEZESSETE
Aquilo que fez ferir
A nossa sociedade
A cruel corrupção
É o fluxo da maldade
Atua neste país
Por vila sítio cidade
Feriu a humanidade
Descepando o direito
Segurança na UTI
Saúde fora do leito
A educação refém
Sufocada sem respeito
Observando os estragos
Causados por este mal
A fome está no auge
Agravando o pessoal
Crianças são vitimadas
No meio urbano e rural
O desemprego tem sido
Um marco estravagante
Famílias desprotegidas
Mendigos perambulantes
Crianças escravizadas
Pelas mãos dos meliantes
Trabalhei numa faxina
Limpando pra esperar
O ano que se aproxima
Ter gosto de encontrar
A casa organizada
Para poder trabalhar
Botei num pacote preto
Corrupto e corrupção
Pra dois mil e dezessete
Sumir até o porão
Do Oceano Pacífico
Para eliminação.
Autora; HELENA
A nossa sociedade
A cruel corrupção
É o fluxo da maldade
Atua neste país
Por vila sítio cidade
Feriu a humanidade
Descepando o direito
Segurança na UTI
Saúde fora do leito
A educação refém
Sufocada sem respeito
Observando os estragos
Causados por este mal
A fome está no auge
Agravando o pessoal
Crianças são vitimadas
No meio urbano e rural
O desemprego tem sido
Um marco estravagante
Famílias desprotegidas
Mendigos perambulantes
Crianças escravizadas
Pelas mãos dos meliantes
Trabalhei numa faxina
Limpando pra esperar
O ano que se aproxima
Ter gosto de encontrar
A casa organizada
Para poder trabalhar
Botei num pacote preto
Corrupto e corrupção
Pra dois mil e dezessete
Sumir até o porão
Do Oceano Pacífico
Para eliminação.
Autora; HELENA
A SITUAÇÃO É ESTA
O RN está assim
Seu povo desesperado
Os arrastões no comércio
Bandido pra todo lado
Todos libertos nas ruas
E o cidadão trancado
Seu povo desesperado
Os arrastões no comércio
Bandido pra todo lado
Todos libertos nas ruas
E o cidadão trancado
Quem está aposentado
Não tem no bolso um real
Passou desapercebido
Não fez ceia no natal
O décimo é conto de fada
Na boca do pessoal
Não tem no bolso um real
Passou desapercebido
Não fez ceia no natal
O décimo é conto de fada
Na boca do pessoal
O gestor cometeu mal
Quando o dinheiro pegou
No fundo da previdência
Tudo que tinha gastou
Quem pagou pra receber
Até lesado ficou
Quando o dinheiro pegou
No fundo da previdência
Tudo que tinha gastou
Quem pagou pra receber
Até lesado ficou
Gente que até chorou
Sem data pra receber
Faltando os compromissos
Até com o de comer
Sem ter credibilidade
E nem a quem recorrer
Sem data pra receber
Faltando os compromissos
Até com o de comer
Sem ter credibilidade
E nem a quem recorrer
Começa o quengo doer
Em busca de solução
Se afunda nos empréstimos
Piora a situação
Agora a última saída
É penhorar o cartão.
Em busca de solução
Se afunda nos empréstimos
Piora a situação
Agora a última saída
É penhorar o cartão.
Escreveu:Helena Bezerra.
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
VIVER O NATAL FELIZ
Gera um clima suave todo dia
As famílias se juntam pra jantar
O ponto alto da festa é alegria
Um trabalho voltado pra surtir
O amor que a paz lhes irradia
É Jesus arrumando pra mandar
Muita paz pra seu povo novamente
Na medida que forem recebendo
Vão partindo com toda esta gente
Pra viver uma vida bem vivida
degustando amor de Deus presente
O menino Jesus é esperado
Pelo povo que tem a devoção
De rezar apostando na presença
De Jesus que nos dá a salvação
E a fé fortifica a esperança
Instalada no nosso coração
Tem pessoa que passa o ano todo
Gota a gota juntando seu amor
Só derrama no tempo do natal
Se aproxima do outro e dá valor
Quando passa o período natalino
Volta tudo e se enche de rancor
Nunca faça a sua mesa farta
Vendo próximo dormir sem o jantar
Nunca guarde rancor do seu irmão
Sem ter força se quer de perdoar
Erga os olhos dá fé e diga sim
Hoje posso o natal comemorar
Autora: HELENA BEZERRA.
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
TUDO POR MEDO
Na fazenda girassol
Pertencente a Zé Macedo
Um cara trabalhador
Começava muito cedo
Resolver todo problema
Mas o seu maior dilema
Era de alma ter medo
Guardava este segredo
Por ser um homem valente
Se o povo descobrisse
Baixava sua patente
Como tudo sai á tona
Sua mulher Arizona
Apresentou-se doente
Era tudo rudemente
Sem estrada sem transporte
Zé olhou pro céu dizendo
Meu Deus tenho que ser forte
Meteu o pé na carreira
Pra ir buscar a parteira
Ali era vida ou morte
Faltou um pouco de sorte
Porque a noite era escura
São Pedro abriu torneiras
Água fazia abertura
No chão aonde pisava
Caia e se levantava
Com muita machucadura
Do que ia a procura
Não podia desistir
Sua preocupação
Era Arizona parir
Naquele lugar sozinha
Pois o recurso que tinha
A viagem prosseguir
Ali começou ouvir
Uma estranha zuada
Debaixo dum juazeiro
Como se fosse palmada
Nas suas pernas batendo
O medo ia crescendo
De coisa mal assombrada
Na difícil caminhada
Todo tremendo molhado
Chegou na beira do rio
E permaneceu parado
Pois não sabia nadar
Sem poder atravessar
Ficou mais desesperado
Sentiu o corpo forçado
Voltar no mesmo caminho
A chuva tava mais forte
Naquele abismo sozinho
Medo maior inimigo
Só pensava no perigo
Pisava devagarinho
Escutava direitinho
Que a zuada crescia
Batendo nas suas pernas
Parava e diminuia
Ficou muito encabulado
Aquele mal assombrado
Com ele permanecia
Aquilo acontecia
Por não ter conhecimento
Que a calça que vestia
Estando em movimento
Fazia uma zuada
Quando ficava parada
Silenciava o momento
Era mescla cem por cento
De marca Santa Izabel
Modelo boca de sino
Naquela noite cruel
Fez sua inauguração
Pensou ser assombração
Perdeu até o chapéu
Já tinha limpado o céu
O dia amanheceu
Sofrimento e o medo
Também desapareceu
A calça rebolou fora
Chegou em casa na hora
Que a criança nasceu.
Escreveu:HELENA BEZERRA.
Pertencente a Zé Macedo
Um cara trabalhador
Começava muito cedo
Resolver todo problema
Mas o seu maior dilema
Era de alma ter medo
Guardava este segredo
Por ser um homem valente
Se o povo descobrisse
Baixava sua patente
Como tudo sai á tona
Sua mulher Arizona
Apresentou-se doente
Era tudo rudemente
Sem estrada sem transporte
Zé olhou pro céu dizendo
Meu Deus tenho que ser forte
Meteu o pé na carreira
Pra ir buscar a parteira
Ali era vida ou morte
Faltou um pouco de sorte
Porque a noite era escura
São Pedro abriu torneiras
Água fazia abertura
No chão aonde pisava
Caia e se levantava
Com muita machucadura
Do que ia a procura
Não podia desistir
Sua preocupação
Era Arizona parir
Naquele lugar sozinha
Pois o recurso que tinha
A viagem prosseguir
Ali começou ouvir
Uma estranha zuada
Debaixo dum juazeiro
Como se fosse palmada
Nas suas pernas batendo
O medo ia crescendo
De coisa mal assombrada
Na difícil caminhada
Todo tremendo molhado
Chegou na beira do rio
E permaneceu parado
Pois não sabia nadar
Sem poder atravessar
Ficou mais desesperado
Sentiu o corpo forçado
Voltar no mesmo caminho
A chuva tava mais forte
Naquele abismo sozinho
Medo maior inimigo
Só pensava no perigo
Pisava devagarinho
Escutava direitinho
Que a zuada crescia
Batendo nas suas pernas
Parava e diminuia
Ficou muito encabulado
Aquele mal assombrado
Com ele permanecia
Aquilo acontecia
Por não ter conhecimento
Que a calça que vestia
Estando em movimento
Fazia uma zuada
Quando ficava parada
Silenciava o momento
Era mescla cem por cento
De marca Santa Izabel
Modelo boca de sino
Naquela noite cruel
Fez sua inauguração
Pensou ser assombração
Perdeu até o chapéu
Já tinha limpado o céu
O dia amanheceu
Sofrimento e o medo
Também desapareceu
A calça rebolou fora
Chegou em casa na hora
Que a criança nasceu.
Escreveu:HELENA BEZERRA.
domingo, 15 de outubro de 2017
APOSTO NO PROFESSOR
Das criaturas de Deus
Eu destaco o professor
Uma missão de valor
Brota dos trabalhos teus
Problemas dos outros e seus
Procura amenizar
Dos pais se põe no lugar
Com responsabilidade
Ai desta sociedade
Se o professor faltar
É sacerdote da luta
Em prol da educação
Zela pela profissão
Fala mais do que escuta
Tenta mudar a conduta
De quem não quer estudar
Que vai só atrapalhar
A aula e o alunado
E o professor esgotado
Sempre rir pra não chorar
O menos favorecido
É o professor da baze
O alicerce é a fase
Do professor mais sofrido
Mas tem político atrevido
Que vota pra derrubar
Quem tanto fez pra ajudar
A população crescer
Ninguém quer reconhecer
Depois de se aposentar
Façam jus ao professor
Pivô da educação
Como seria a nação
Sem ter um educador
Pra trabalhar com amor
No sentido de educar
E sua marca deixar
Na história registrada
Em cada mente guardada
Seu jeito simples de amar.
Escreveu : HELENA BEZERRA.
Eu destaco o professor
Uma missão de valor
Brota dos trabalhos teus
Problemas dos outros e seus
Procura amenizar
Dos pais se põe no lugar
Com responsabilidade
Ai desta sociedade
Se o professor faltar
É sacerdote da luta
Em prol da educação
Zela pela profissão
Fala mais do que escuta
Tenta mudar a conduta
De quem não quer estudar
Que vai só atrapalhar
A aula e o alunado
E o professor esgotado
Sempre rir pra não chorar
O menos favorecido
É o professor da baze
O alicerce é a fase
Do professor mais sofrido
Mas tem político atrevido
Que vota pra derrubar
Quem tanto fez pra ajudar
A população crescer
Ninguém quer reconhecer
Depois de se aposentar
Façam jus ao professor
Pivô da educação
Como seria a nação
Sem ter um educador
Pra trabalhar com amor
No sentido de educar
E sua marca deixar
Na história registrada
Em cada mente guardada
Seu jeito simples de amar.
Escreveu : HELENA BEZERRA.
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
UM ERRO NÃO SE REPETE
Os discursos de campanha
Do poder executivo
Prometeu aos potiguares
De fazer governo ativo
A segurança é meu forte
Da educação sou cativo
O povo acreditou
Na promessa sedutora
Estava mal satisfeito
Com a tal governadora
E depositaram nas urnas
Vitória esmagadora
Assim Robson assumiu
Tudo transcorreu normal
Meteu a mão no dinheiro
Do seguro social
Pagava os funcionários
Achando aquilo legal
Não custou acontecer
O efeito desta ação
Alisou a previdencia
Sem deixar nenhum tostão
A classe aposentada
Lamenta a situação
Quem trinta anos passou
Descontando do salário
A porcentagem exigida
Pra juntar o nescessário
E na aposentadoria
Nada surgir ao contrário
O golpe foi planejado
E assembléia convocada
No ato da votação
A ideia foi aprovada
Só teve um voto contra
E os outros deram lapada
O RN está sofrendo
O mau e a consequência
O efeito de eleger
Um poder sem competência
Sonegador dos direitos
Dando vez a violência
O salário é atrasado
E a população se cala
A verba surrupiada
Empacotada na mala
O seu destino é chegar
Aonde tem a escala
Acorda povo sofrido
Vem chegando a eleição
Sua defesa é o dedo
Pra evitar que ladrão
Bote nossa economia
Na via da contra mão.
Escreveu :HELENA BEZERRA.
Do poder executivo
Prometeu aos potiguares
De fazer governo ativo
A segurança é meu forte
Da educação sou cativo
O povo acreditou
Na promessa sedutora
Estava mal satisfeito
Com a tal governadora
E depositaram nas urnas
Vitória esmagadora
Assim Robson assumiu
Tudo transcorreu normal
Meteu a mão no dinheiro
Do seguro social
Pagava os funcionários
Achando aquilo legal
Não custou acontecer
O efeito desta ação
Alisou a previdencia
Sem deixar nenhum tostão
A classe aposentada
Lamenta a situação
Quem trinta anos passou
Descontando do salário
A porcentagem exigida
Pra juntar o nescessário
E na aposentadoria
Nada surgir ao contrário
O golpe foi planejado
E assembléia convocada
No ato da votação
A ideia foi aprovada
Só teve um voto contra
E os outros deram lapada
O RN está sofrendo
O mau e a consequência
O efeito de eleger
Um poder sem competência
Sonegador dos direitos
Dando vez a violência
O salário é atrasado
E a população se cala
A verba surrupiada
Empacotada na mala
O seu destino é chegar
Aonde tem a escala
Acorda povo sofrido
Vem chegando a eleição
Sua defesa é o dedo
Pra evitar que ladrão
Bote nossa economia
Na via da contra mão.
Escreveu :HELENA BEZERRA.
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