Faço um convite sincero A todos apologistas Poetas e cordelistas Indo ao mundo virtual Pesquise em blog e jornal Viva sempre em sintonia Venha fazer companhia Curtir e apreciar E se poder comentar Um foco de poesia.
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018
SERVIR PARA SER SERVIDO.
A vida é dependente
Do outro pra ajudar
Na hora do nascimento
Tem equipe pra lutar
Prestando todo serviço
Em tudo que precisar
Até o nome da gente
Foi outro quem escolheu
O alimento o carinho
E tudo que recebeu
Amor e educação
Também foi outro que deu
Ninguém vive e nem viveu
Sem do outro depender
O semeador semeia
Cultiva para colher
Os outros depende dele
Pra poder sobreviver
Até pra ter profissão
Tem outros a interagir
Pra formar uma família
E para se divirtir
Tudo depende dos outros
No viver e no agir
A vida não tem sentido
Na sala do comodismo
Dividir com quem não tem
Sair do sedentarismo
São ações que nos ajudam
Destruir o egoismo
É uma troca constante
Feita sem se perceber
Um faz o outro recebe
Sem procurar entender
A vida é um labirinto
Confuso pra todo ser
Os outros são responsáveis
De fazer o funeral
De consolar a família
Em uma ação sepulcral
Na despedida do corpo
Em sua reta final.
HELENA BEZERRA.
quinta-feira, 18 de janeiro de 2018
PERSEGUIÇÃO É ASSIM
Se a pessoa consegue
Um trabalho pra viver
Os marajás do poder
Com olho gordo persegue
Outros adeptos consegue
Os direitos derrubar
Quem lutou pra conquistar
Durante árdua missão
Vê outro passar a mão
Sem o suor derramar
São lutas pra conseguir
Um trabalho invejado
Tanto tempo trabalhado
Sem os esforços medir
Muitas noites sem dorrmir
Tentando aperfeiçoar
Estuda pra melhorar
O nível da profissão
Vê outro passar a mão
Sem o suor derramar
A crise está instalada
Aonde a corda se tora
Quem plantou já pulou fora
O pobre sofre lapada
A cúpula dar emboscada
Pra impostos arrecardar
E o que poder desviar
Sucateando a nação
Vê outro passar a mão
Sem o suor derramar
O ponto alvo a propina
Cada um com sua parte
Parece que virou arte
A alta da gasolina
O pobre guarda a buzina
Somente pra recordar
Nem pode acompanhar
O preço do botijão
Vê outro passar a mão
Sem o suor derramar
Pagar conta sem dever
Ah! negócio desgraçado
Quem tem salário minguado
É sangrado sem querer
Até se adoecer
Morre sem se consultar
Não há vaga pra internar
É triste a situação
Vê outro passar a mão
Sem o suor derramar
Se tudo que foi robado
Houvesse devolução
Mala,cueca calção
Fosse tudo despejado
Os cofres do nosso estado
Enchia até sangrar
Nem precisava tirar
Do servidor um quinhão
E outro passar a mão
Sem o suor derramar.
HELENA BEZERRA.
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
VOU DEIXAR PRA DOIS MIL E DEZESSETE
Aquilo que fez ferir
A nossa sociedade
A cruel corrupção
É o fluxo da maldade
Atua neste país
Por vila sítio cidade
Feriu a humanidade
Descepando o direito
Segurança na UTI
Saúde fora do leito
A educação refém
Sufocada sem respeito
Observando os estragos
Causados por este mal
A fome está no auge
Agravando o pessoal
Crianças são vitimadas
No meio urbano e rural
O desemprego tem sido
Um marco estravagante
Famílias desprotegidas
Mendigos perambulantes
Crianças escravizadas
Pelas mãos dos meliantes
Trabalhei numa faxina
Limpando pra esperar
O ano que se aproxima
Ter gosto de encontrar
A casa organizada
Para poder trabalhar
Botei num pacote preto
Corrupto e corrupção
Pra dois mil e dezessete
Sumir até o porão
Do Oceano Pacífico
Para eliminação.
Autora; HELENA
A nossa sociedade
A cruel corrupção
É o fluxo da maldade
Atua neste país
Por vila sítio cidade
Feriu a humanidade
Descepando o direito
Segurança na UTI
Saúde fora do leito
A educação refém
Sufocada sem respeito
Observando os estragos
Causados por este mal
A fome está no auge
Agravando o pessoal
Crianças são vitimadas
No meio urbano e rural
O desemprego tem sido
Um marco estravagante
Famílias desprotegidas
Mendigos perambulantes
Crianças escravizadas
Pelas mãos dos meliantes
Trabalhei numa faxina
Limpando pra esperar
O ano que se aproxima
Ter gosto de encontrar
A casa organizada
Para poder trabalhar
Botei num pacote preto
Corrupto e corrupção
Pra dois mil e dezessete
Sumir até o porão
Do Oceano Pacífico
Para eliminação.
Autora; HELENA
A SITUAÇÃO É ESTA
O RN está assim
Seu povo desesperado
Os arrastões no comércio
Bandido pra todo lado
Todos libertos nas ruas
E o cidadão trancado
Seu povo desesperado
Os arrastões no comércio
Bandido pra todo lado
Todos libertos nas ruas
E o cidadão trancado
Quem está aposentado
Não tem no bolso um real
Passou desapercebido
Não fez ceia no natal
O décimo é conto de fada
Na boca do pessoal
Não tem no bolso um real
Passou desapercebido
Não fez ceia no natal
O décimo é conto de fada
Na boca do pessoal
O gestor cometeu mal
Quando o dinheiro pegou
No fundo da previdência
Tudo que tinha gastou
Quem pagou pra receber
Até lesado ficou
Quando o dinheiro pegou
No fundo da previdência
Tudo que tinha gastou
Quem pagou pra receber
Até lesado ficou
Gente que até chorou
Sem data pra receber
Faltando os compromissos
Até com o de comer
Sem ter credibilidade
E nem a quem recorrer
Sem data pra receber
Faltando os compromissos
Até com o de comer
Sem ter credibilidade
E nem a quem recorrer
Começa o quengo doer
Em busca de solução
Se afunda nos empréstimos
Piora a situação
Agora a última saída
É penhorar o cartão.
Em busca de solução
Se afunda nos empréstimos
Piora a situação
Agora a última saída
É penhorar o cartão.
Escreveu:Helena Bezerra.
terça-feira, 19 de dezembro de 2017
VIVER O NATAL FELIZ
Gera um clima suave todo dia
As famílias se juntam pra jantar
O ponto alto da festa é alegria
Um trabalho voltado pra surtir
O amor que a paz lhes irradia
É Jesus arrumando pra mandar
Muita paz pra seu povo novamente
Na medida que forem recebendo
Vão partindo com toda esta gente
Pra viver uma vida bem vivida
degustando amor de Deus presente
O menino Jesus é esperado
Pelo povo que tem a devoção
De rezar apostando na presença
De Jesus que nos dá a salvação
E a fé fortifica a esperança
Instalada no nosso coração
Tem pessoa que passa o ano todo
Gota a gota juntando seu amor
Só derrama no tempo do natal
Se aproxima do outro e dá valor
Quando passa o período natalino
Volta tudo e se enche de rancor
Nunca faça a sua mesa farta
Vendo próximo dormir sem o jantar
Nunca guarde rancor do seu irmão
Sem ter força se quer de perdoar
Erga os olhos dá fé e diga sim
Hoje posso o natal comemorar
Autora: HELENA BEZERRA.
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
TUDO POR MEDO
Na fazenda girassol
Pertencente a Zé Macedo
Um cara trabalhador
Começava muito cedo
Resolver todo problema
Mas o seu maior dilema
Era de alma ter medo
Guardava este segredo
Por ser um homem valente
Se o povo descobrisse
Baixava sua patente
Como tudo sai á tona
Sua mulher Arizona
Apresentou-se doente
Era tudo rudemente
Sem estrada sem transporte
Zé olhou pro céu dizendo
Meu Deus tenho que ser forte
Meteu o pé na carreira
Pra ir buscar a parteira
Ali era vida ou morte
Faltou um pouco de sorte
Porque a noite era escura
São Pedro abriu torneiras
Água fazia abertura
No chão aonde pisava
Caia e se levantava
Com muita machucadura
Do que ia a procura
Não podia desistir
Sua preocupação
Era Arizona parir
Naquele lugar sozinha
Pois o recurso que tinha
A viagem prosseguir
Ali começou ouvir
Uma estranha zuada
Debaixo dum juazeiro
Como se fosse palmada
Nas suas pernas batendo
O medo ia crescendo
De coisa mal assombrada
Na difícil caminhada
Todo tremendo molhado
Chegou na beira do rio
E permaneceu parado
Pois não sabia nadar
Sem poder atravessar
Ficou mais desesperado
Sentiu o corpo forçado
Voltar no mesmo caminho
A chuva tava mais forte
Naquele abismo sozinho
Medo maior inimigo
Só pensava no perigo
Pisava devagarinho
Escutava direitinho
Que a zuada crescia
Batendo nas suas pernas
Parava e diminuia
Ficou muito encabulado
Aquele mal assombrado
Com ele permanecia
Aquilo acontecia
Por não ter conhecimento
Que a calça que vestia
Estando em movimento
Fazia uma zuada
Quando ficava parada
Silenciava o momento
Era mescla cem por cento
De marca Santa Izabel
Modelo boca de sino
Naquela noite cruel
Fez sua inauguração
Pensou ser assombração
Perdeu até o chapéu
Já tinha limpado o céu
O dia amanheceu
Sofrimento e o medo
Também desapareceu
A calça rebolou fora
Chegou em casa na hora
Que a criança nasceu.
Escreveu:HELENA BEZERRA.
Pertencente a Zé Macedo
Um cara trabalhador
Começava muito cedo
Resolver todo problema
Mas o seu maior dilema
Era de alma ter medo
Guardava este segredo
Por ser um homem valente
Se o povo descobrisse
Baixava sua patente
Como tudo sai á tona
Sua mulher Arizona
Apresentou-se doente
Era tudo rudemente
Sem estrada sem transporte
Zé olhou pro céu dizendo
Meu Deus tenho que ser forte
Meteu o pé na carreira
Pra ir buscar a parteira
Ali era vida ou morte
Faltou um pouco de sorte
Porque a noite era escura
São Pedro abriu torneiras
Água fazia abertura
No chão aonde pisava
Caia e se levantava
Com muita machucadura
Do que ia a procura
Não podia desistir
Sua preocupação
Era Arizona parir
Naquele lugar sozinha
Pois o recurso que tinha
A viagem prosseguir
Ali começou ouvir
Uma estranha zuada
Debaixo dum juazeiro
Como se fosse palmada
Nas suas pernas batendo
O medo ia crescendo
De coisa mal assombrada
Na difícil caminhada
Todo tremendo molhado
Chegou na beira do rio
E permaneceu parado
Pois não sabia nadar
Sem poder atravessar
Ficou mais desesperado
Sentiu o corpo forçado
Voltar no mesmo caminho
A chuva tava mais forte
Naquele abismo sozinho
Medo maior inimigo
Só pensava no perigo
Pisava devagarinho
Escutava direitinho
Que a zuada crescia
Batendo nas suas pernas
Parava e diminuia
Ficou muito encabulado
Aquele mal assombrado
Com ele permanecia
Aquilo acontecia
Por não ter conhecimento
Que a calça que vestia
Estando em movimento
Fazia uma zuada
Quando ficava parada
Silenciava o momento
Era mescla cem por cento
De marca Santa Izabel
Modelo boca de sino
Naquela noite cruel
Fez sua inauguração
Pensou ser assombração
Perdeu até o chapéu
Já tinha limpado o céu
O dia amanheceu
Sofrimento e o medo
Também desapareceu
A calça rebolou fora
Chegou em casa na hora
Que a criança nasceu.
Escreveu:HELENA BEZERRA.
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