quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

HINO A NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO




                                        Oh Nossa  Senhora                                        
Do coração santo
Cubra  vossos filhos
Com seu puro manto

Salve nossa padroeira
Soberana  protetora
Da nossa comunidade
É a mãe intercessora (REFRÃO)
       
Seu olhar de mãe
Transmitindo luz
Faz crescer a fé
Em Cristo Jesus

Seu filho no colo
É  prova de amor
Pela humanidade
Com pecado e dor

Toda graça recebida
Por Jesus é liberada
Depois da intercessão
De Maria Imaculada

Mãe do Perpétuo Socorro
Dai- nos sua proteção
Nos  livre do egoísmo
Orgulho e tentação


Escreveu: Helena Bezerra
Em 31-01- 2014

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

PENSAVA SER DIFERENTE


Em uma cidade grande
Saí para passear
Numa manhã de domingo
Um parente visitar
Um transporte alternativo
Fui num local esperar

Sem querer observei
Do local o movimento
A rua era muito estreita
Brusco  estacionamento
Passageiros na espera
Povoaram o calçamento

Era um mine comércio
Observei da esquina
Tinha uma boa demanda
Outros  fazendo  faxina
É  mão de obra pesada
No  posto de gasolina

Coisa  que  não se imagina
Uma  idosa  agitada
Dirigindo o seu veículo
Deu  uma brusca freada
Tossindo pra se acabar
Com  o catarro engasgada

Sem higiene a danada
Na sua blusa assuou
O seu nariz carregado
Pediu um bolo e pagou
Saiu comendo um pedaço
Deu sinal e viajou

Neste momento chegou
Aquele carro  esperado
Quando entrei  fui caindo
O motorista safado
Não esperava ninguém
Ficar no local sentado

Os passageiros agarrados
Pra  evitar de cair
Uns escorados nos outros
Correndo  risco de ir
No piso do carro velho
Para o roteiro cumprir

Quem precisava sair
Levantava da cadeira
Todas rasgadas fedendo
Cheias de terra e poeira
Os ferros  enferrujados
Era grande a quebradeira

Todos sentiam canseira
Num carro desconfortado
Por ser do interior
O  que pensei foi errado
Que na capital havia
Um trânsito organizado.

Helena Bezerra.











quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

USE COM MODERAÇÃO


O avanço tecnológico
Tem poder de viciar
A mente do ser humano
Que se liga em celular

Usam senha pra entrar
Pelas redes sociais
Conversam digitam e postam
Com as suas digitais

Os aplicativos fazem
Fontes de informações
Através de bate-papos
Com boas ou más intensões

Entre as comunicações
Esta é muito eficiente
Numa questão de segundos
Comunica muita gente

Mas quem já é dependente
Não consegue mais parar
Os movimentos dos dedos
Mexendo num celular

Formam grupos no WHATS APP
Uns conhecidos outros não
Descobrem até os segredos
Muitos entra em confusão

O face tem a função
De aumentar amizades
Bater  papos postar fotos
E desperta curiosidade

Formar grupos de amizades
Adicionar amigos
Excluir se não gostar
Pra evitar os perigos

Alguns ficam de castigos
Com a mente poluída
Se alienam nas redes
Sem encontrarem saída

Se forem numa avenida
Com os fones nos ouvidos
Não se ligam com o trânsito
Viajam despercebidos

Desconhecem conhecidos
Parente amigo e irmão
Dispensam de conversar
Ninguém lhes chama atenção

Outras partes de atração
Sempre sempre cultivada
Netiflix e o Twitter
São redes modernizadas

Pessoa conectadas
Neste mundo virtual
São afogados nas ondas
Duma camada viral

Alienação faz mal
Contagiando a mente
Não vê a realidade
Vive um mundo diferente

Aconselho seriamente
A todos que vão usar
Esta máquina chamativa
Não se deixe viciar
Seja usuário ciente
E não viva frente a frente
A tela dum celular






quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O NAMORO ANTIGAMENTE




Namorar antigamente
Surtia munta emoção
Ambos sentia uma força
Saindo do coração
Só o olhar transmitia
O ardor duma paixão

Cuma era naturá
Surgir  na adolescença
Vontade namorá
Vinha com munta frequença
Munida de timidez
E fluxos de inocença

Pur farta de informação
Munta coisa aconticia
A mãe era inveigonhada
Dejeito nenhum dizia
O qui ia acontecer
No coipo de sua fia

Cone se dava o processo
De tanta variação
Menina moça sufria
Aperrei e frustação
Isto é doença grave
Vou morrer sem solução

Pru ignorança a mãe
Brigava dizeno assim
Agora tu vai pagar
As raiva qui  fez a mim
Isso é castigo de Deus
Pra ageitá gente ruim

Cuma vivia sintino
O calor duma paxão
Se confoimava pensano
Eu nun posso morrer não
Pruque tem algo mexeno
Dento do meu coração

Dispôs foi isclaricida
Qui aquilo era normá
Tumô gosto pela vida
Só pensava im namorá
Seu preferente também
Pranejava a encontrá

Só cumeçava o namoro
Cono o pai dela aprovasse
O sim dele era o pivor
Praque tudo cumessasse
Exigia ordem e respeito
E ái de quem duvidasse

O rapaz tinha que ser
Cunhicido da famia
Morar no mermo setor
E trabaiá todo dia
Se não perdia o direito
De namorar sua fia

Só namorava se fosse
Com o pai dela ispiano
De preferença o domingo
A tardinha ia chegano
E sete hora danoite
Já estava regressano

O pai munto carrancudo
O namoro vigiava
A um metro de distança
Um do outro se  sentava
E muntas vez o assunto
De jeito nenhum chegava

Quando era a primeira vez
Que na casa dela ia
Dava uma sede danada
De vez em quando pedia
Um copo grande com água
Em poucos gole ingulia

Na temperatura quente
Ficava todo suado
De briantina gessi
O cabelo era insopado
Dava crise de tussir
Mesmo sem está gripado

De duas a três viage
Ele inda dava perdida
Só cum o pai cunversava
A moça era iscundida
Faseno prano e perdeno
Mode achar uma saída

Veno os sufrimento dele
Ela resolveu  sair
Sim costa numa janela
Fingino qui vai tussir
Ele vai ao seu encontro
Um copo dágua pedir

O pai fica furioso
Olhando a proximação
Um por fora outro por dentro
Sente raiva e emoção
Manda logo a fia entrar
Metendo um empurrão

Ela sai cambaliano
Por causa do impurrão
Que seu pai meteu nas costas
Seguido dum biliscão
Deixano a lapa de couro
Dipindurada na mão

O frouxo do namorado
Meteu o pé na carreira
Pulano ceica de vara
Só se uvia a quebradeira
Mas a iscuridão da noite
Deu cobertura a poeira

Meses depois sincontraro
No veloro dum difunto
Pra famia foi trsiteza
Mas pra eles valeu munto
Mataro toda saudade
Naquele tempinho junto

Marcaro logo a fugida
Pra outra noite da frente
Mas ou menos oito horas
Ele estava no batente
Aguardano a namorada
Sair na porta da frente

Ela num tardou sair
Prus quato canto ispiou
Não viu uma companhia
Munto dipressa vortou
Bateu a porta dizeno
Só cum rocê eu num vou

Ele tão disesperado
Inda tentou ispricá
Ela num deu atenção
Por mim pode se daná
Vá arranjá ôta feme
Pra puder formá seu pá

Não cumpriu cum a palavra
Dando uma de esperto
Foi testá a namorada
Mas o teste não deu certo
Nunca mais teve de volta
Nem de longe e nem de perto

A mulher naquele tempo
Era munto invergonhada
Tinha obediença aos pais
E mêdo de ser falada
Se o ome não concordasse
As vez ficava sem nada

Duas formas era usada
Pra quem queria casar
O rapaz pidia a moça
Ou tinha qui carregar
Perante uma tistimunha
Pra puder dispusitar

Quem a moça ricibia
Tinha o dever de avisá
Ao pai dela munto cedo
Mode ele mandá chamá
O ladrão de sua fia
Pru casamento acertá

Depois de munto carão
Faz o interrogatoro
Sobre morada e trabalho
O acerto do casoro
Do contráro seu fulano
Vamos fazer seu veloro

As emoções amorosas
Era asssim antigamente
Ambos sofriam demais
Pra se unir seriamente
Nunca usava ficar
Como usam atualmente.

Cone a moça era pidida
Tudo era diferente
De gosto e regogosto
Pru noivo era excelente
Os sogros bancava tudo
Dando a moça de presente

Dispôs de tudo acertado
Marcava o mês e o dia
Pra festa do casamento
Qui só reinava alegria
Cum cumilança e festejo
Arrastapé canturia

O casá recém casado
Era sempre vigiado
Quando terminava a festa
Pelos pais era levado
Somente no outro dia
Podia ser liberado

E assim era o trajeto
Desde que acontecia
O impulso do amor
De José ou de Maria
Até fixá união
Lá na sua moradia.

(HELENA BEZERRA)


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Um Dos Pontos Turísticos

O Olho D'água do milho
É um ponto de atração
No estado do erre ene
Oeste é a região
Nas terras de Caraúbas
Sua localização

Park Hotel e piscinas
Deixam composto o cenário
Muitas opções de banhos
Existem no baldeá rio
Quem visitá-lo constante
Vivi mais dum centenário

É uma boa opção
Para fugir da rotina
Jogar o estresse fora
Sem procurar medicina
É só mergulhar nas águas
Da cascata ou da piscina

Queda d'água na cascata
É lindo observar
O povo se escorregando
Para a piscina aparar
Depois dum belo mergulho
Experimentam nadar

Sombra de árvores frondosas
Enriquecendo o local
Oiticicas e juazeiros
Dão suporte ao pessoal
Alguns sombreiros de palhas
E uma área musical

Tem vários apartamentos
Quem pode faz preferência
Alugam antecipado
Tem de tudo a residência
É  melhor para o turista
Repousar com paciência

Para entreter crianças
Muitas coisas chamativas
Piscinas parks infantis
As calmas ficam ativas
Só as coitadas das mães
Ficam muito cansativas


Vê-se subindo e descendo
Um pone a transportar
Crianças de várias idades
Só para o dono lucrar
O pobre do animal
Sem ter direito parar

Um restaurante sortido
Ao povo abastecendo
Com comidas e bebidas
Vários garçons atendendo
Pra todo lado se vê
Muitas bocas remoendo

Tem gente que exagera
Bebe sem se basear
Precisa ir ao banheiro
Quando vai se levantar
Não dar conta fica tonto
 E cai de pernas pro ar

De tudo que observei
Faz sentido melhorar
O asfalto da chegada
E onde estacionar
Falta arborização
Naquele vasto lugar
Mesmo assim vale apena
Este local conhecer
O passatempo é gostoso
Muitas famílias vão ver
O que estar representado
Nesta área de lazer


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

VIVER COM EDUCAÇÃO                                                                                                                                                       



Falar de educação
É assunto abrangente 
Divido ser um conjunto 
Equilibrador da mente
Com os vários seguimento
Que todo mundo é carente

Desde do ventre materno
Já surge necessidade
De uma educação
Pra nascer com qualidade
Na relação mãe e filhos
Cresce laços de amizade

A criança é um retrato
 A família representa
 Quando chega na escola
Inquieta  e violenta
A turma treme na base
Só professor aguenta

Se a família educa
Seus filhos faz diferença
Da bom dia boa tarde
Por favor e com licença
Quando falta justifica
E sempre marca presença 

O nosso estudo depende
De uma base principal
Com alicece e colunas
Firmando  nosso ideal
Isso tudo é aplicado
No ensino fundamental

Esta educação faz parte
Da formação da criança
Sendo bem desenvolvida
Seu desempenho avança
Todo ano é aprovada
Com muito mais segurança

Uma outra educação
Que nos traz felicidade 
É zelar a natureza
Lhes dando prioridade
Aos animais e as plantas
Do sitio até a cidade

Degredar a natureza
É um ato violento
Porque da fonte da vida
Provoca afastamento 
É dela que nós tiramos
O nosso rico sustento

O meio sendo cuidado
É uma demonstração
Que ouve ensinamentos
Naquela população
Jogar o lixo no lixo
É boa educação

Do jeito que nosso povo
Esta mal acostumado
Não respeita o ambiente
Sujeira é de todo lado
Toda saúde fracassa
O organismo afetado

A solução do problema
É começar preparar
Esta nova geração
No sentido de educar
E aguardar no futuro
Nossa vida melhorar

Nossa cultura precisa
Ser muito bem apoiada
Tem pessoas talentosas
Que não tem direito nada
Muitos artista perecem
Antes da arte explorada

Esta nossa região
Se destaca na cultura
Artistas de várias artes
Uma solução procura
Para dar total apoio
Noutra geração futura.