Faço um convite sincero A todos apologistas Poetas e cordelistas Indo ao mundo virtual Pesquise em blog e jornal Viva sempre em sintonia Venha fazer companhia Curtir e apreciar E se poder comentar Um foco de poesia.
sábado, 28 de fevereiro de 2015
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
O CARNAVAL É CULTURA
Carnaval é uma festa
Antes de cristo criada
Adeus a carne chamada
Na Grécia seu surgimento
Isso é a pura certeza
Todo grego com franqueza
FAZIA AGRADECIMENTO
Aos deuses por fertilizar
O solo pra produção
Fazia concentração
De festejos populares
Era um período festivo
Bailes e desfiles ao vivo
E ALEGRIA NOS OLHARES
Depois da idade média
Mudou muito o carnaval
O costume o ritual
Até mesmo a qualidade
Houve um leque de abertura
Desenvolveu-se a cultura
NO MEIO DA SOCIEDADE
A cidade de Paris
Foi o principal modelo
Com crescimento e zelo
Pro mundo inteiro exportou
A festa do carnaval
E do tradicional
MUITO POUCO APROVEITOU
Essa inspiração chegou
No nosso chão brasileiro
Foi o Rio de Janeiro
Primeiro a se organizar
Outro estilo anexou
Em seguida colocou
AS ESCOLAS PRA SAMBAR
Todos os participantes
Que vão a esta folia
Transborda de alegria
Aproveitando o momento
Num elo de amizade
Assassinando saudade
DENTRO DO DIVERTIMENTO
(H.B.A)
sábado, 24 de janeiro de 2015
VIVER FELIZ É ASSIM
Quem vive sentindo gosto
De viver tranquilamente
Amando seu semelhante
Deus age constantemente
Na vida desta pessoa
A cada instante presente
Quem tem a capacidade
De praticar a partilha
Tem coração generoso
Caminha certo na trilha
Armazenando bondade
Que da caridade é filha
Quem pratica perdoar
Constrói sua salvação
Vasculha todo rancor
Troca o ódio no perdão
Retira mau que atrapalha
A vida de um cristão
Quem expulsa o egoísmo
Cura-se dum grande mal
Considerado um câncer
Afetando o pessoal
Matando todas as células
Jogando no funeral
Quem busca aumentar
fé
Primeiro tem que aceitar
A palavra de Jesus
Humildemente clamar
Pedindo perdão das faltas
Para graças alcançar
(HELENA BEZERRA)
sábado, 17 de janeiro de 2015
A VIDA LONGE DE DEUS
Escuta-se atualmente
Que alguém vive reclamando
De tudo se lamentando
Do clima frio e do quente
Do sadio e do doente
Diz que Deus faz tudo errado
Não gosta de está deitado
Em cama Box ou no chão
Dizendo sim diz mil
não
É um viver desgraçado
Sofrer faz parte da vida
Mas ninguém quer aceitar
De tudo quer reclamar
Na chegada e na saída
Faz xingação da comida
Se estiver fria ou quente
Se tem muita ou pouca gente
Quando vai se divertir
Até quando vai dormir
Não gosta do ambiente
Reclama se faz verão
Se chove também reclama
No barro seco ou na lama
Na cidade ou no sertão
Calçado ou de pé no chão
Não para de reclamar
Até em jogo de azar
Faz posta perde o que tem
Não valoriza ninguém
Sua vida é reclamar
Se for bonito acha feio
Se for caro acha barato
Se for simpático acha chato
Se for no fim vai pro meio
Se for falar tem receio
Se for pra ter confusão
Coloca-se em posição
Só a favor do culpado
Resmungando encabulado
Sem rumo e sem direção
(Helena Bezerra)
sábado, 27 de dezembro de 2014
É NATAL
Natal é viver em paz
Conquistando mais amigos
Reconhecer os seus erros
Rezar por seus inimigos
Se livrar do egoísmo
Pra não cair em perigos
No período natalino
Procurar se converter
Perdoar os inimigos
Sentir o amor crescer
No centro do coração
Dando sentido ao viver
Natal é tempo de graças
Que preenche todo
espaço
Quem busca Jesus recebe
A cada dia um abraço
Da providência divina
Que prende todos num laço
É tempo de desprezar
As amarras do orgulho
Rezar pra não se atingir
Desta carga de entulho
Empacotar este mau
E enterrar o embrulho
Natal é tempo de luz
Para a mente iluminar
Ser humilde nos seus atos
Viver alegre e sonhar
E a palavra de Deus
Receber e praticar
Se está no erro reflita
Se curve e peça perdão
Se estiver com tristeza
Se anime meu irmão
Se há trevas fuja dela
Se quer sua vida bela
Se faça um bom cristão
(HELENA)
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
VALORIZANDO O CORDEL CEARENCE
O cordel vem de cordão
Antigamente usado
Pra pendurar os cordéis
Deixando-os bem destacado
Vendidos pelo autor
Numa feira de mercado
Todo cordel é rimado
O critério é do autor
Em décimas ou em sextilhas
Todos eles têm valor
Cantado ou declamado
Por poeta cantador
A rima tem o odor
De perfumar a poesia
O poeta é beija flor
Que visita todo dia
O jardim que favorece
Os versos que ele cria
O nordeste contagia
O Brasil de cordelistas
E os principais estados
Que produzem estes artistas
São os mesmos que produzem
Cantadores repentistas
Estão incluídos nas listas
Erre Ene e Ceará
Destacam-se nos cordéis
Cante lá que Eu canto cá
Do poeta Patativa
Imitando um sabiá
Aqui ali acolá
Alguém tem conhecimento
Deste produto criado
Por poeta de talento
Que sempre cria e escreve
O que sai do pensamento
O Ceará no momento
Apresenta produção
De cordéis e cordelistas
Da praia até o sertão
Divulgando Patativa
Cego Aderaldo e Tião
O cordel é a lição
Que tempera esta cultura
Verso rima e oração
O cordelista mistura
E o resultado final
É esta literatura.
terça-feira, 14 de outubro de 2014
EM TUDO VEJO CULTURA
EM TUDO VEJO CULTURA
A herança da cultura
Frui em todas as
gerações
Uns veem as mesmas
coisas
Com diferentes visões
Questionam e desaprovam
De certas opiniões
Cada país se destaca
Com culturas influentes
Estados e municípios
E todos os continentes
Nações etnias e raças
Com costumes diferentes
O modo de vê o mundo
No contexto social
Com suas adversidades
Sem preservar a moral
Deixa algo a desejar
Na herança cultural
A gente faz a cultura
Sem saber se está fazendo
Na vida em comunidade
Na forma que vai vivendo
No meio familiar
Ela vive aparecendo
Até num dente doendo
Para curar tem cultura
Um busca odontologia
Outro improvisa e cura
Com álcool sal e pimenta
E raspa de rapadura
A cultura está presente
No sorriso da criança
No olhar do ser
humano
Na fé e na esperança
No trabalho estudantil
No progresso que avança.
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