segunda-feira, 18 de maio de 2015

UMA FORMA DE LAZER



Sair do seu habitat
Em  um final de semana
Procurando um bom refugio
É atitude bacana
Exercita as energias
De qualquer pessoa humana

Muito bom quando se busca
Contemplar a natureza
Principalmente na praia
Uma fonte de beleza
Embelezando as pessoas
Com a sua boniteza

As ondas que o vento faz
Gerando seu movimento
Água vai e água vem
Sobe  baixa e dar alento
Aos banhistas que  se  empolgam
No ritmo do pensamento

Foi neste quinze de maio
Que saíram a passear
George Vilma e Laís
Seguindo em busca do mar
E mais oito companheiros
Um grupo espetacular

Gilson Vânia e Cícero Neto
Adson Viviane e Ana
Letícia com tia Helena
Neste final de semana
Sentiram um efeito forte
Da brisa maresiana

Sentir a areia fina
Na palma lisa do pé
Nadar pulando nas ondas
Mergulhar sentir a fé
Naquele que andou nas águas
O Cristo de Nazaré

Barracas expostas na praia
Com muitos consumidores
Vários tipos de comércios
Envolvendo os vendedores
Lucrando além do normal
Explorando os compradores

Um lugar onde as famílias
Vão sempre descarregar
Muitas preocupações
E no local colocar
Energias positivas
Pra vida reanimar

O mar espaço concreto
Misterioso atraente
Água salgada que lava
A pele de muita gente
E cura conforme a fé
Qualquer pessoa doente

A vizita terminada
Se faz agradecimento
A Deus porque permitiu
A dosagem cem por cento
Tranquilizante pra alma
No canal do pensamento

Escreveu:HELENA BEZERRA 
Em 17 de maio de 2015.




quinta-feira, 30 de abril de 2015



ÁGUA NOS SOCORRA (SONETO)


Venha água aqui mudar o rumo
Das pessoas que vivem sem firmeza
É  o presente melhor que a natureza
Mandaria  para  o nosso  consumo

Venha água por Deus determinada
Matar a sede do povo nordestino
A falta dela se vê velho e menino
Procurando-a na alta madrugada

Venha água  do céu com abundância
Encher rios regatos ou açude
Água suja nos dá repugnância
Prejudicando demais nossa saúde

Venha água sanar este sofrer
Dos seres vivos que são os vitimados
Sem ter água não há como viver
Muitos morrem por ser desidratados

Autora: HELENA BEZERRA.

terça-feira, 28 de abril de 2015




SÓ SAI PELA EDUCAÇÃO


Um país caminhando a passos lentos
Em decorrência de muitas frustrações
Crucificado com as corrupções
Diminuindo os seus investimentos
Aumentando os escândalos violentos
Envergonhando sua população
Que tem nojo de ver televisão
Mostrando roubo de quem não deveria
O Brasil desta crise sairia
Se apostasse na boa educação

Educação é a chave de mudança
Pra abrir os portões do entendimento
Os valores, a moral, o conhecimento.
São recursos que apelam confiança
 Colocados no palco da esperança
Distribuídos  com a população
Cada família usasse o seu quinhão
Ingerindo a dosagem todo dia
O Brasil desta crise sairia
Se apostasse na boa educação

Educação destinada a educar
A criança mostrando seus valores
Respeitando colegas e professores   
São os frutos gerados no seu lar
Na vivência poder se colocar
Ouvir mais e falar com precisão
A verdade ser sua posição
No cofre humano o orgulho não havia
O Brasil desta crise sairia
Se apostasse na boa educação

Se os recursos investidos nas prisões
Tivesse outro destino a ser cumprido
Formando gente com senso construído
De conhecimentos ideias  e decisões
Não havia esta corja de ladrões
Destruindo o progresso todo dia
A propina ninguém não recebia
Nem se envolvia no tal do mensalão
O Brasil desta crise sairia
Se apostasse na boa educação
Escreveu HELENA BEZERRA.


quarta-feira, 11 de março de 2015

MULHER PRESENTE DE DEUS

Quem não leu a história verdadeira
Quando Deus retirou uma costela
Modelou uma mulher muito bela
Disse Adão essa é sua companheira
Ele vendo deu uma tremedeira
Deu cansaço e sua voz faltou
Ficou moco suado com a dor
Gaguejando meu Deus te agradeço
Quem maltrata mulher merece o preço
Da moeda da venda do senhor

Quando Deus quis ser homem escolheu
Uma jovem singela e paciente
Mesmo ela já tendo um pretendente
Disse ao anjo eu quero o filho é meu
Em  José  o  cotovelo  doeu
Quando verbo em Maria  encarnou
Ela firme não disse o que passou
Refletia sozinha isso eu mereço
Quem maltrata a mulher merece o preço
Da moeda da venda do senhor

Jesus fez tudo isso pra provar
Que o homem é igual uma mulher
É tolice se ele não quiser  
Sua origem não pode sonegar
Precisou da mulher pra se gerar
Dependente  demais  do seu amor
Quando fica sem ela faz clamor
Jura até de mudar o endereço
Quem maltrata a mulher merece o preço
Da moeda da venda  do senhor

Jesus Cristo nos seus ensinamentos
Vai mostrando o valor da igualdade
Não vê gênero nem cor nem qualidade 
Mas exige que leia os mandamentos
Observe também os sacramentos
Ame ao próximo e prove do amor
Sua fé no seu peito é um fervor
Força igual a da fé eu desconheço
Quem maltrata a mulher merece o preço
Da moeda da venda do senhor

Quem ferir a meiguice da mulher
Quem bater no corpinho da menina
Quem empurra a mocinha na esquina
Quem faz isso merece o que não quer
Quem fofoca faz jus a Lucifer
Quem da vida se torna traidor
Quem não ama a mulher e dá valor
Troca sempre o direito no avesso
Quem maltrata a mulher merece o preço
Da moeda da venda do senhor

HELENA BEZERRA

terça-feira, 3 de março de 2015


UM GESTO DE HUMILDADE

O cartaz mostra humildade
Que o papa representa
Beijando o pé dum cristão
Lavado com água benta
Ele faz com tanto gosto
Que atola o pau da venta

Isto serve de ensino
Pra toda sociedade
Marcada pelo sinal
De Cristo na humanidade
A prova está registrada
Na sua simplicidade

A missão de Jesus Cristo
Depois de ser batizado
Evangelizando pobre
Preso sendo liberado
Cego com sua visão
E morto ressuscitado

Baseado nesta história
O papa Francisco vem
Convidando todo mundo
Servir sem olhar a quem
Seguindo o que Jesus fez
Sem dar desprezo a ninguém

Não quero ver esta igreja 
De porta aberta sentada
Todos de braços cruzados
Sem preocupasse em nada
Em favor de quem precisa
Nenhuma ação prestada

Quero uma igreja em saída
Testemunhando a ação
Indo vê como se encontra
O nosso querido irmão
Contribuir no possível
Em qualquer situação

Não somente na campanha 
Mas definitivamente
Através de oração
Se molda qualquer vivente
Para servir sem cobrar
Nada de quem é carente


Helena Bezerra