terça-feira, 25 de agosto de 2015

VANTAGENS DO CELULAR

Um pequeno tele móvel
Com muitas utilidades
facilitador do povo
Em efeitos e qualidades
Comunicador veloz
Pra todas as necessidades

Com a voz e a escrita
O dono faz opção
São muitos aplicativos
A sua disposição
Tudo pra facilitar
A vida do cidadão

Em casa você resolve
Tudo que quiser comprar
Bate-papos com amigos
E se quiser namorar
tem gente te aguardando
Na tela do celular

Tem máquina calculadora
Jogos,filmes e gravador
Pesquisas em vários temas
Câmera,arquivo e despertador
Variedades de músicas
Ninguém mede seu valor

Conectado na Net
Navega no mundo inteiro
O difícil fica fácil
Cabe tudo e é maneiro
De todas as invenções
Ele é o pioneiro

AUTORA: HELENA BEZERRA

segunda-feira, 24 de agosto de 2015





DESVANTAGENS DO CELULAR


A máquina mais poderosa
A técnica pôde inventar
Um pequeno aparelho
Com poder de viciar
A mente do ser humano
Ligada no celular

O espaço do diálogo
Que nas famílias havia
O celular tomou conta
Mudança é todo dia
Ninguém almoça na mesa
Nem reza a Ave-Maria

O pai com um celular
A mãe com outro também
Os filhos no mesmo ritmo
Não obedecem  ninguém
Só no mundo virtual
Flutuando no além

É muito comum se vê
Esta comunicação
Desgastando o pessoal
Que nunca presta atenção
Como usar o celular
Sem causar destruição

Só resta uma esperança
De um dia melhorar
Se os pais se orientassem
Para os filhos ensinar
A fazer o uso certo
Das teclas do celular

Helena Bezerra.

domingo, 26 de julho de 2015

DIA DOS AVÓS

Mãe duas vezes é avó
Se for três vezes é bisa
O  amor feito em partilha
O coração se organiza

Jesus é quem concretiza
Amor firmeza e carinho
A mulher mãe e avó
Que trilha bem o caminho

Entre alegria e espinho
Mãe acompanhada ou só
Se sente muito feliz
Quando passa a ser avó

Faz do seu neto um xodó
Pra amar e querer bem
Tudo que sente por filhos
Sente por netos também

Acaba dizendo amém
A tudo que neto faz
Em vez de ter pulso forte
O neto faz e desfaz 

Depois de moça ou rapaz
Deixam  eles desprezados
Não dão a mínima importância
A  seus avós dedicados

Existem avós coitados
Pelos netos esquecidos
Também existem avós
Amados e muito queridos

Outros já tem falecido
Quando o neto vai nascer
Tem neto que só por foto
Pode os avós conhecer

Já outros sentem prazer
De conhecer seus bisnetos
Quando se prolonga a vida
Com amor paz e afetos

Famílias fazem projetos
Com bisas mães e avós
Pelo dia dedicado
Pertencente a todos nós

Até as tataravós
Nesta fila estão entrando
Os avós de Jesus Cristo
A todos abençoando.

Autora: HELENA BEZERRA


domingo, 7 de junho de 2015

O ETERNO GIGANTE ADORMECIDO




A inflação era muito moderada
O consumista comprava todo dia
O emprego era sua garantia
Toda conta vivia controlada
De repente deu uma disparada
O país no abismo despencou
O tesouro  guardado se quebrou
No escândalo está comprometido
O eterno gigante adormecido
Sacudiu a cabeça e acordou

Na classe pobre surgiu um grande  avanço
Com projetos que beneficiava
Casa própria o governo liberava
De aluguel alguns tiveram descanso
Financiamento até com juro manso
Proprietário de terra quem ganhou
Cem por cento o governo dispensou
Quando o verão já estava garantido
O eterno gigante adormecido
Sacudiu a cabeça e acordou

Quem saia pra roça numa moto
Rebanhando seu gado todo dia
Já vendeu pra manter a carestia
E guardou o seu controle remoto
Prometendo que não dar mais um voto
A um político safado sedutor
Que promete iludindo o eleitor
Na vantagem ele troca de partido
O eterno gigante adormecido
Sacudiu a cabeça e acordou

A pobreza avançou na produção
Apostando somente no dinheiro
Tudo grátis a partir do mês terceiro
A gestante era um alvo de atenção
Tudo isso entrou na contra mão
Porque Dilma um pacote despejou
O benefício caiu não levantou
Fez voltar a ação do comprimido
O eterno gigante adormecido
Sacudiu a cabeça e acordou

Muitos filhos de pobres se formaram
Nas melhores escolas do país
Agradeciam ao PT  e a Luiz
As oportunidades  que eles ofertaram
Pelo ENEM muitos cursos conquistaram
Quem não fez o ENEM  financiou
Com carência o seu  curso pagou
Hoje vejo o fies interrompido
O eterno gigante  adormecido
Sacudiu a cabeça e acordou

A  energia vivia recheada
Todo mês  era bônus pra  baixar
A pobreza gastava  sem parar
No fim do mês não pagava quase nada
Toda casa de pobre era arrumada
Da TV até  o ventilador
Mas o preço da conta disparou
Pouco  bico de luz é acendido
O eterno gigante adormecido
Sacudiu a cabeça e acordou

TEMA: do poeta   ZÉ BEZERRA. Desenvolvido por  HELENA  BEZERRA.









segunda-feira, 18 de maio de 2015

UMA FORMA DE LAZER



Sair do seu habitat
Em  um final de semana
Procurando um bom refugio
É atitude bacana
Exercita as energias
De qualquer pessoa humana

Muito bom quando se busca
Contemplar a natureza
Principalmente na praia
Uma fonte de beleza
Embelezando as pessoas
Com a sua boniteza

As ondas que o vento faz
Gerando seu movimento
Água vai e água vem
Sobe  baixa e dar alento
Aos banhistas que  se  empolgam
No ritmo do pensamento

Foi neste quinze de maio
Que saíram a passear
George Vilma e Laís
Seguindo em busca do mar
E mais oito companheiros
Um grupo espetacular

Gilson Vânia e Cícero Neto
Adson Viviane e Ana
Letícia com tia Helena
Neste final de semana
Sentiram um efeito forte
Da brisa maresiana

Sentir a areia fina
Na palma lisa do pé
Nadar pulando nas ondas
Mergulhar sentir a fé
Naquele que andou nas águas
O Cristo de Nazaré

Barracas expostas na praia
Com muitos consumidores
Vários tipos de comércios
Envolvendo os vendedores
Lucrando além do normal
Explorando os compradores

Um lugar onde as famílias
Vão sempre descarregar
Muitas preocupações
E no local colocar
Energias positivas
Pra vida reanimar

O mar espaço concreto
Misterioso atraente
Água salgada que lava
A pele de muita gente
E cura conforme a fé
Qualquer pessoa doente

A vizita terminada
Se faz agradecimento
A Deus porque permitiu
A dosagem cem por cento
Tranquilizante pra alma
No canal do pensamento

Escreveu:HELENA BEZERRA 
Em 17 de maio de 2015.




quinta-feira, 30 de abril de 2015



ÁGUA NOS SOCORRA (SONETO)


Venha água aqui mudar o rumo
Das pessoas que vivem sem firmeza
É  o presente melhor que a natureza
Mandaria  para  o nosso  consumo

Venha água por Deus determinada
Matar a sede do povo nordestino
A falta dela se vê velho e menino
Procurando-a na alta madrugada

Venha água  do céu com abundância
Encher rios regatos ou açude
Água suja nos dá repugnância
Prejudicando demais nossa saúde

Venha água sanar este sofrer
Dos seres vivos que são os vitimados
Sem ter água não há como viver
Muitos morrem por ser desidratados

Autora: HELENA BEZERRA.