No tempo dos meus avós
O sofrimento maior
Era arrancar um dente
Muitos achavam melhor
Curar a dor com meisinha
Passar a noite todinha
Mascando fumo boror
A pimenta malagueta
Machucada na urina
Em uma lã ensopada
Soltava uma fedentina
Queimava muito e ardia
Até dos olhos saía
Faísca como neblina
Peia de fumo torrada
E o leite de pinhão
Com casca de muçambê
Dava uma explosão
O dente esfarelava
O paciente ficava
Tres dias sem refeição
O uso das meisinhas
Era só pra evitar
Um arrancador de dente
Com pé de bode puxar
Cru sem ter anestesia
O povo todo temia
Este pega pacapar
Um dia aconteceu
Que um sertanejo forte
Resolveu tirar um dente
Porém teve pouca sorte
Quando levantou a vista
Lá na casa do dentista
Viu uma sena de corte
Um filho dele que tinha
Deficiência mental
Usou sua ferramenta
Pra cortar seu defecal
Este produto fedia
Ao ambiente trazia
Um desconforto total
Quando o dentista chegou
O serviço interrompeu
Limpou tudo na camisa
E o cliente atendeu
Passou o dedo no dente
Mas o que tava doente
Ele não reconheceu
Havia tres ajudantes
Dispostos a segurar
Cabeça pernas e braços
Para poder suportar
Um dente ser arrancado
Cru sem ser anestesiado
Era pegar ou largar
O pé de bode engatou
No dente que não doía
A força descomunal
Arrebentou a sangria
Quebrou os dentes da frente
Mas o que tava doente
No lugar permanecia
Cinco homens engatados
Rolaram muito no chão
Atravessaram a casa
Quebraram pote e fogão
Esbarraram num chiqueiro
Era no fim do terreiro
Acidentaram um barrão
Quem duvidar desse fato
Faça investigação
Pesquise dos ancestrais
Alguma informação
Se me perguntar não digo
Que o dentista é amigo
Dum neto de Lampião
Autora;HELENA BEZERRA.
Faço um convite sincero A todos apologistas Poetas e cordelistas Indo ao mundo virtual Pesquise em blog e jornal Viva sempre em sintonia Venha fazer companhia Curtir e apreciar E se poder comentar Um foco de poesia.
segunda-feira, 27 de março de 2017
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
CARNAVAL TRADIÇÃO POPULAR.
Carnaval é o entrudo
Que antes acontecia
De origem portuguesa
O povo se reunia
Jogando água e farinha
Até ovos de galinha
Se jogava na folia
O povo se libertava
Do trabalho pra brincar
Aproximado a quaresma
Botavam pra arregaçar
Depois da festa mundana
Era mais duma semana
Para ressaca curar
Foi no século dezessete
Que o Brasil recebeu
Entrudos carnavalescos
Criado por europeu
Trazidos por Português
Rio de Janeiro fez
Um berço e ofereceu
Entrudo era bonecos
De tamanho agigantado
Feito de pano e madeira
Pelo um grupo controlado
Pelas ruas desfilando
E muita gente animando
Música samba e rebolado
O carnaval foi crescendo
E se tornou tradição
A festa mais animada
Que tem pra população
Trabalham o ano inteiro
E gastam todo dinheiro
Lucrando satisfação
Hoje o melhor carnaval
É no Rio de Janeiro
A nível nacional
Ele é o pioneiro
Salvador tá na disputa
Faz muito tempo que luta
Pra ter o lugar primeiro
No tempo colonial
Entrudo era folia
No império foram blocos
Zé Pereira da Bahia
O carnaval hoje arrasa
O povo só vai pra casa
Quando seca a bateria
Que antes acontecia
De origem portuguesa
O povo se reunia
Jogando água e farinha
Até ovos de galinha
Se jogava na folia
O povo se libertava
Do trabalho pra brincar
Aproximado a quaresma
Botavam pra arregaçar
Depois da festa mundana
Era mais duma semana
Para ressaca curar
Foi no século dezessete
Que o Brasil recebeu
Entrudos carnavalescos
Criado por europeu
Trazidos por Português
Rio de Janeiro fez
Um berço e ofereceu
Entrudo era bonecos
De tamanho agigantado
Feito de pano e madeira
Pelo um grupo controlado
Pelas ruas desfilando
E muita gente animando
Música samba e rebolado
O carnaval foi crescendo
E se tornou tradição
A festa mais animada
Que tem pra população
Trabalham o ano inteiro
E gastam todo dinheiro
Lucrando satisfação
Hoje o melhor carnaval
É no Rio de Janeiro
A nível nacional
Ele é o pioneiro
Salvador tá na disputa
Faz muito tempo que luta
Pra ter o lugar primeiro
No tempo colonial
Entrudo era folia
No império foram blocos
Zé Pereira da Bahia
O carnaval hoje arrasa
O povo só vai pra casa
Quando seca a bateria
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
MOTE: O BARULHO DA CHUVA TONIFICA A ESPERANÇA DO POVO NORDESTINO
O nordeste fazia cinco anos
Que o elnino não deixava chover
O pacífico parou para obedecer
O poderoso que manda em oceanos
A quintura das águas causa danos
E do vento ele muda seu destino
As consequências causadas por elnino
A humanidade é quem se prejudica
O barulho da chuva tonifica
A esperança do povo nordestino
Ano em curso dois mil e dezessete
A população atrelada ao desespero
Era noite do dez de fevereiro
E o verão atrevido se repete
Deus querendo mudar ninguém se mete
E os anjos dos céus cantaram hino
Arquitetados na arte do divino
A mão santa do céu ligou a bica
O barulho da chuva tonifica
A esperança do povo nordestino
A floresta trocou sua roupagem
De cinzenta mudou para verde escuro
Sertanejo aposta no futuro
Inspirado no verde da paisagem
Se reveste com fé e com coragem
Pra plantar no horário matutino
Faz colheita no período junino
E o produto colhido multiplica
O barulho da chuva tonifica
A esperança do povo nordestino
As crianças corriam para saber
O que é que está acontecendo
Muita água do céu tá escorrendo
Não sabiam o que era chover
Mas depois conseguiram entender
Muita gente louvava ao som do hino
Carro pipa tomou outro destino
Temos água ecorrrendo numa bica
O barulho da chuva tonifica
A esperança do povo nordestino
AUTORA: HELENA BEZERRA
Que o elnino não deixava chover
O pacífico parou para obedecer
O poderoso que manda em oceanos
A quintura das águas causa danos
E do vento ele muda seu destino
As consequências causadas por elnino
A humanidade é quem se prejudica
O barulho da chuva tonifica
A esperança do povo nordestino
Ano em curso dois mil e dezessete
A população atrelada ao desespero
Era noite do dez de fevereiro
E o verão atrevido se repete
Deus querendo mudar ninguém se mete
E os anjos dos céus cantaram hino
Arquitetados na arte do divino
A mão santa do céu ligou a bica
O barulho da chuva tonifica
A esperança do povo nordestino
A floresta trocou sua roupagem
De cinzenta mudou para verde escuro
Sertanejo aposta no futuro
Inspirado no verde da paisagem
Se reveste com fé e com coragem
Pra plantar no horário matutino
Faz colheita no período junino
E o produto colhido multiplica
O barulho da chuva tonifica
A esperança do povo nordestino
As crianças corriam para saber
O que é que está acontecendo
Muita água do céu tá escorrendo
Não sabiam o que era chover
Mas depois conseguiram entender
Muita gente louvava ao som do hino
Carro pipa tomou outro destino
Temos água ecorrrendo numa bica
O barulho da chuva tonifica
A esperança do povo nordestino
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
REBELIÃO EM ALCAÇUS
A paz foi embora lá de Alcaçuz
Os presos sentiram a sua saída
Fizeram protesto sem querer comida
Tremendo de fome gritavam Jesus
Ficou tudo escuro imploravam luz
Para o ambiente poder clarear
Em clima de guerra partiu pra brigar
Duas facções cruéis violentas
Lutando com armas do tipo sangrenta
E as vidas ceifadas jogadas no ar
Travou-se a luta com tiros e facadas
Pedaço de telha banda de janela
Bojo sanitário corrente de sela
Vidas destruídas cabeças cortadas
Corpos mutilados face descepadas
ITEP lutando para encontrar
O dono das partes para emendar
O grosso com grosso o fino com fino
Cabeça de homem corpo de menino
Muito complicado pra examinar
Arma improvisada na destruição
De vidas sofridas sem poupar ninguém
A queima de ônibus prejudica quem
Não tem nada haver com rebelião
Nem brigas travadas dentro de prisão
É cobrado caro sem nada comprar
Sem ter um transporte para viajar
Arriscando a vida perdendo o emprego
Ficando doente perdendo o sossego
Por causa de gente que vive a errar
Esfolaram corpos naquela chacina
Despencaram carne enterraram osso
Intestino fino também o grosso
Jogaram na fossa de areia fina
Mas nada empatou de ter fedentina
A carne em mantas postas para secar
Fizeram churrasco pra comemorar
Dizendo a imprensa é do PCC
E este pedaço é para você
Se tiver coragem de saborear
Saíram do piso subiram ao teto
Ergueram bandeiras feita de lençóis
Aqui no presidio quem domina é nós
Estamos dispostos a queimar projeto
Se vier de Temer nós vamos rasgar
Robinson De Farias vá se aquetar
O nosso comando não teme ninguém
Esbagaça tudo só fica o xerém
Pra jogar nas águas da beira do mar
ESCREVEU: HELENA BEZERRA.
A paz foi embora lá de Alcaçuz
Os presos sentiram a sua saída
Fizeram protesto sem querer comida
Tremendo de fome gritavam Jesus
Ficou tudo escuro imploravam luz
Para o ambiente poder clarear
Em clima de guerra partiu pra brigar
Duas facções cruéis violentas
Lutando com armas do tipo sangrenta
E as vidas ceifadas jogadas no ar
Travou-se a luta com tiros e facadas
Pedaço de telha banda de janela
Bojo sanitário corrente de sela
Vidas destruídas cabeças cortadas
Corpos mutilados face descepadas
ITEP lutando para encontrar
O dono das partes para emendar
O grosso com grosso o fino com fino
Cabeça de homem corpo de menino
Muito complicado pra examinar
Arma improvisada na destruição
De vidas sofridas sem poupar ninguém
A queima de ônibus prejudica quem
Não tem nada haver com rebelião
Nem brigas travadas dentro de prisão
É cobrado caro sem nada comprar
Sem ter um transporte para viajar
Arriscando a vida perdendo o emprego
Ficando doente perdendo o sossego
Por causa de gente que vive a errar
Esfolaram corpos naquela chacina
Despencaram carne enterraram osso
Intestino fino também o grosso
Jogaram na fossa de areia fina
Mas nada empatou de ter fedentina
A carne em mantas postas para secar
Fizeram churrasco pra comemorar
Dizendo a imprensa é do PCC
E este pedaço é para você
Se tiver coragem de saborear
Saíram do piso subiram ao teto
Ergueram bandeiras feita de lençóis
Aqui no presidio quem domina é nós
Estamos dispostos a queimar projeto
Se vier de Temer nós vamos rasgar
Robinson De Farias vá se aquetar
O nosso comando não teme ninguém
Esbagaça tudo só fica o xerém
Pra jogar nas águas da beira do mar
ESCREVEU: HELENA BEZERRA.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
OS BENEFÍCIOS DO OVO
O ovo é um produto
De origem animal
Completo de nutrientes
E proteína essencial
Está contido na clara
Um valor fundamental
A gema é fornecedora
De fonte de vitamina
A,D e a AB12
Que fraqueza elimina
E a do complexo B
Conhecida por colina.
Ela ajuda ao cérebro
Funcionar plenamente
Deixa a memória ativa
De uma forma excelente
Dispensa o esquecimento
Faz lucidez permanente
Quem diz que gema é vilã
Nunca estudou pra saber
A riqueza do organismo
Que ela pode fazer
Quem duvidar faça teste
Cozinhe ovo pra comer
Dispense ovo fritado
Prefira ovo cozido
A gordura saturada
Muito já tem ofendido
Aumenta o LDL
E o intestino doído
O colesterol do ovo
É importante porque
Sintetiza bons hormônios
Que todos precisam ter
As células ficam saudáveis
Na proteção do viver
Portanto gente pratiquem
O ato de comer ovo
Preserve sua saúde
Com um organismo novo
As vantagens são demais
Dão vivacidade ao povo
Autora Helena Bezerra
domingo, 20 de novembro de 2016
SONEGAÇÃO DE DIREITOS
Quando a vida se alonga
Até a terceira idade
Perde de tudo a metade
Principalmente o sono
Tem muitos no abandono
Oh meu Deus como padece
A família lhe esquece
É triste a situação
De quem é abandonado
Pra valer só o cartão
Muitos filhos se reúnem
Pra decidir onde bota
Diz eles são idiota
Aqui não dar pra ficar
Vamos logo procurar
Lá manicômio vaga
Se faz um esforço paga
O valor da inscrição
O resto fica empenhado
Pelo valor do cartão
Será a maior limpeza
No dia que internar
Ninguém não vai visitar
Porque é melhor pra gente
Eles já estão demente
Nem sabe quem somos nós
Notícia se quer após
Da sua consumação
Porque tudo é contratado
Pelo valor do cartão
É de praxe acontecer
Na vida de cada idoso
Depois de ficar teimoso
Os parentes se afastando
A comida separando
Vive num quarto isolado
De tanto viver calado
Por ninguém dar atenção
Se torna encarcerado
Pelo o valor do cartão
Na família numerosa
Só fica um pra cuidar
Outros não vão ajudar
Porque não tem o cartão
Morrendo nem o caixão
Pega fazendo favor
O peito cheio de rancor
Queimando no coração
Porque não teve direito
De ficar com o cartão
A ambição é cruel
Causa dor e sofrimento
Veda o conhecimento
Do seu direito entender
Deixa de reconhecer
O que recebeu dos pais
Que não tão podendo mais
Fazer sua doação
Fica do mundo isolado
Valendo só o cartão.
AUTORA HELENA BEZERRA.
Até a terceira idade
Perde de tudo a metade
Principalmente o sono
Tem muitos no abandono
Oh meu Deus como padece
A família lhe esquece
É triste a situação
De quem é abandonado
Pra valer só o cartão
Muitos filhos se reúnem
Pra decidir onde bota
Diz eles são idiota
Aqui não dar pra ficar
Vamos logo procurar
Lá manicômio vaga
Se faz um esforço paga
O valor da inscrição
O resto fica empenhado
Pelo valor do cartão
Será a maior limpeza
No dia que internar
Ninguém não vai visitar
Porque é melhor pra gente
Eles já estão demente
Nem sabe quem somos nós
Notícia se quer após
Da sua consumação
Porque tudo é contratado
Pelo valor do cartão
É de praxe acontecer
Na vida de cada idoso
Depois de ficar teimoso
Os parentes se afastando
A comida separando
Vive num quarto isolado
De tanto viver calado
Por ninguém dar atenção
Se torna encarcerado
Pelo o valor do cartão
Na família numerosa
Só fica um pra cuidar
Outros não vão ajudar
Porque não tem o cartão
Morrendo nem o caixão
Pega fazendo favor
O peito cheio de rancor
Queimando no coração
Porque não teve direito
De ficar com o cartão
A ambição é cruel
Causa dor e sofrimento
Veda o conhecimento
Do seu direito entender
Deixa de reconhecer
O que recebeu dos pais
Que não tão podendo mais
Fazer sua doação
Fica do mundo isolado
Valendo só o cartão.
AUTORA HELENA BEZERRA.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
INTOLERÂNCIA RELIGIOSA
O nosso país precisa
Combater a intolerância
No âmbito religioso
Elevando a culminância
A humanidade geral
Sair da ignorância
Catequizar as crianças
É um caminho a seguir
Orientando pra vida
É meta pra abolir
Tudo que for preconceito
Amor substituir
A família estruturada
É a base principal
A escola complementa
O ensino essencial
Para instruir a vida
Isso é fundamental
Todas as crianças têm
Direito a educação
Realizar os seus sonhos
Sem cortar a vocação
Se caminhar neste rumo
Não há discriminação
Existem vários fatores
Que nos leva a refletir
Sobre a necessidade
Do poder contribuir
Na formação do sujeito
No viver e no agir
A escola é responsável
Pela aproximação
Da sua comunidade
Usando a educação
Priorizando as famílias
Uma boa relação
Neste caminho passeia
A tolerância o respeito
O perdão a paciência
O dever e o direito
Assim o amor penetra
Excluindo o preconceito
O nosso pai soberano
Aponta pra humanidade
Sua matemática soma
Os números da igualdade
Sem focar religião
Raça cor ou qualidade
É tanta intolerância
Que deve ser tolerada
Em todas as religiões
Dentro do país formada
Com os falsos julgamentos
Por língua infectada
Quando o povo se unir
Formando uma só corrente
E a palavra de Deus
Buscada diariamente
Intolerância cai fora
E a vida fica descente
Autora: HELENA BEZERRA..
O nosso país precisa
Combater a intolerância
No âmbito religioso
Elevando a culminância
A humanidade geral
Sair da ignorância
Catequizar as crianças
É um caminho a seguir
Orientando pra vida
É meta pra abolir
Tudo que for preconceito
Amor substituir
A família estruturada
É a base principal
A escola complementa
O ensino essencial
Para instruir a vida
Isso é fundamental
Todas as crianças têm
Direito a educação
Realizar os seus sonhos
Sem cortar a vocação
Se caminhar neste rumo
Não há discriminação
Existem vários fatores
Que nos leva a refletir
Sobre a necessidade
Do poder contribuir
Na formação do sujeito
No viver e no agir
A escola é responsável
Pela aproximação
Da sua comunidade
Usando a educação
Priorizando as famílias
Uma boa relação
Neste caminho passeia
A tolerância o respeito
O perdão a paciência
O dever e o direito
Assim o amor penetra
Excluindo o preconceito
O nosso pai soberano
Aponta pra humanidade
Sua matemática soma
Os números da igualdade
Sem focar religião
Raça cor ou qualidade
É tanta intolerância
Que deve ser tolerada
Em todas as religiões
Dentro do país formada
Com os falsos julgamentos
Por língua infectada
Quando o povo se unir
Formando uma só corrente
E a palavra de Deus
Buscada diariamente
Intolerância cai fora
E a vida fica descente
Autora: HELENA BEZERRA..
Assinar:
Postagens (Atom)




