Na fazenda girassol
Pertencente a Zé Macedo
Um cara trabalhador
Começava muito cedo
Resolver todo problema
Mas o seu maior dilema
Era de alma ter medo
Guardava este segredo
Por ser um homem valente
Se o povo descobrisse
Baixava sua patente
Como tudo sai á tona
Sua mulher Arizona
Apresentou-se doente
Era tudo rudemente
Sem estrada sem transporte
Zé olhou pro céu dizendo
Meu Deus tenho que ser forte
Meteu o pé na carreira
Pra ir buscar a parteira
Ali era vida ou morte
Faltou um pouco de sorte
Porque a noite era escura
São Pedro abriu torneiras
Água fazia abertura
No chão aonde pisava
Caia e se levantava
Com muita machucadura
Do que ia a procura
Não podia desistir
Sua preocupação
Era Arizona parir
Naquele lugar sozinha
Pois o recurso que tinha
A viagem prosseguir
Ali começou ouvir
Uma estranha zuada
Debaixo dum juazeiro
Como se fosse palmada
Nas suas pernas batendo
O medo ia crescendo
De coisa mal assombrada
Na difícil caminhada
Todo tremendo molhado
Chegou na beira do rio
E permaneceu parado
Pois não sabia nadar
Sem poder atravessar
Ficou mais desesperado
Sentiu o corpo forçado
Voltar no mesmo caminho
A chuva tava mais forte
Naquele abismo sozinho
Medo maior inimigo
Só pensava no perigo
Pisava devagarinho
Escutava direitinho
Que a zuada crescia
Batendo nas suas pernas
Parava e diminuia
Ficou muito encabulado
Aquele mal assombrado
Com ele permanecia
Aquilo acontecia
Por não ter conhecimento
Que a calça que vestia
Estando em movimento
Fazia uma zuada
Quando ficava parada
Silenciava o momento
Era mescla cem por cento
De marca Santa Izabel
Modelo boca de sino
Naquela noite cruel
Fez sua inauguração
Pensou ser assombração
Perdeu até o chapéu
Já tinha limpado o céu
O dia amanheceu
Sofrimento e o medo
Também desapareceu
A calça rebolou fora
Chegou em casa na hora
Que a criança nasceu.
Escreveu:HELENA BEZERRA.
Faço um convite sincero A todos apologistas Poetas e cordelistas Indo ao mundo virtual Pesquise em blog e jornal Viva sempre em sintonia Venha fazer companhia Curtir e apreciar E se poder comentar Um foco de poesia.
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
domingo, 15 de outubro de 2017
APOSTO NO PROFESSOR
Das criaturas de Deus
Eu destaco o professor
Uma missão de valor
Brota dos trabalhos teus
Problemas dos outros e seus
Procura amenizar
Dos pais se põe no lugar
Com responsabilidade
Ai desta sociedade
Se o professor faltar
É sacerdote da luta
Em prol da educação
Zela pela profissão
Fala mais do que escuta
Tenta mudar a conduta
De quem não quer estudar
Que vai só atrapalhar
A aula e o alunado
E o professor esgotado
Sempre rir pra não chorar
O menos favorecido
É o professor da baze
O alicerce é a fase
Do professor mais sofrido
Mas tem político atrevido
Que vota pra derrubar
Quem tanto fez pra ajudar
A população crescer
Ninguém quer reconhecer
Depois de se aposentar
Façam jus ao professor
Pivô da educação
Como seria a nação
Sem ter um educador
Pra trabalhar com amor
No sentido de educar
E sua marca deixar
Na história registrada
Em cada mente guardada
Seu jeito simples de amar.
Escreveu : HELENA BEZERRA.
Eu destaco o professor
Uma missão de valor
Brota dos trabalhos teus
Problemas dos outros e seus
Procura amenizar
Dos pais se põe no lugar
Com responsabilidade
Ai desta sociedade
Se o professor faltar
É sacerdote da luta
Em prol da educação
Zela pela profissão
Fala mais do que escuta
Tenta mudar a conduta
De quem não quer estudar
Que vai só atrapalhar
A aula e o alunado
E o professor esgotado
Sempre rir pra não chorar
O menos favorecido
É o professor da baze
O alicerce é a fase
Do professor mais sofrido
Mas tem político atrevido
Que vota pra derrubar
Quem tanto fez pra ajudar
A população crescer
Ninguém quer reconhecer
Depois de se aposentar
Façam jus ao professor
Pivô da educação
Como seria a nação
Sem ter um educador
Pra trabalhar com amor
No sentido de educar
E sua marca deixar
Na história registrada
Em cada mente guardada
Seu jeito simples de amar.
Escreveu : HELENA BEZERRA.
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
UM ERRO NÃO SE REPETE
Os discursos de campanha
Do poder executivo
Prometeu aos potiguares
De fazer governo ativo
A segurança é meu forte
Da educação sou cativo
O povo acreditou
Na promessa sedutora
Estava mal satisfeito
Com a tal governadora
E depositaram nas urnas
Vitória esmagadora
Assim Robson assumiu
Tudo transcorreu normal
Meteu a mão no dinheiro
Do seguro social
Pagava os funcionários
Achando aquilo legal
Não custou acontecer
O efeito desta ação
Alisou a previdencia
Sem deixar nenhum tostão
A classe aposentada
Lamenta a situação
Quem trinta anos passou
Descontando do salário
A porcentagem exigida
Pra juntar o nescessário
E na aposentadoria
Nada surgir ao contrário
O golpe foi planejado
E assembléia convocada
No ato da votação
A ideia foi aprovada
Só teve um voto contra
E os outros deram lapada
O RN está sofrendo
O mau e a consequência
O efeito de eleger
Um poder sem competência
Sonegador dos direitos
Dando vez a violência
O salário é atrasado
E a população se cala
A verba surrupiada
Empacotada na mala
O seu destino é chegar
Aonde tem a escala
Acorda povo sofrido
Vem chegando a eleição
Sua defesa é o dedo
Pra evitar que ladrão
Bote nossa economia
Na via da contra mão.
Escreveu :HELENA BEZERRA.
Do poder executivo
Prometeu aos potiguares
De fazer governo ativo
A segurança é meu forte
Da educação sou cativo
O povo acreditou
Na promessa sedutora
Estava mal satisfeito
Com a tal governadora
E depositaram nas urnas
Vitória esmagadora
Assim Robson assumiu
Tudo transcorreu normal
Meteu a mão no dinheiro
Do seguro social
Pagava os funcionários
Achando aquilo legal
Não custou acontecer
O efeito desta ação
Alisou a previdencia
Sem deixar nenhum tostão
A classe aposentada
Lamenta a situação
Quem trinta anos passou
Descontando do salário
A porcentagem exigida
Pra juntar o nescessário
E na aposentadoria
Nada surgir ao contrário
O golpe foi planejado
E assembléia convocada
No ato da votação
A ideia foi aprovada
Só teve um voto contra
E os outros deram lapada
O RN está sofrendo
O mau e a consequência
O efeito de eleger
Um poder sem competência
Sonegador dos direitos
Dando vez a violência
O salário é atrasado
E a população se cala
A verba surrupiada
Empacotada na mala
O seu destino é chegar
Aonde tem a escala
Acorda povo sofrido
Vem chegando a eleição
Sua defesa é o dedo
Pra evitar que ladrão
Bote nossa economia
Na via da contra mão.
Escreveu :HELENA BEZERRA.
sexta-feira, 22 de setembro de 2017
A ÁRVORE É FONTE DE VIDA
Árvore ostentas beleza
Que enfeitiça olhares
Exalando seu perfume
Das flores de seus pomares
Aonde os pássaros gorjeiam
Esvoaçando nos ares
És um ser de qualidade
Na vida dos animais
Mandando oxigênio
E eliminando gás
Produtora de alimentos
Nas florestas naturais
Reguladora do clima
Amiga essencial
Nas nascentes de um rio
É muito fundamental
Na permanência de água
Tem poder fundamental
Tudo da árvore faz bem
Seu corpo sua função
Raiz caule flor e frutos
Sombra brisa e perfeição
E ainda oferece aos pássaros
Lugar pra habitação
O coração do Brasil
Ainda está verde a cor
Toda forma de atentado
Invasão cerro motor
Queimadas desmatamentos
Destrói todo seu valor
Seja você um fiscal
Pra árvore fiscalizar
Impeça do motor serra
Na floresta trabalhar
Quando tirar uma planta
Plante outra no lugar.
HELENA BEZERRA.
Que enfeitiça olhares
Exalando seu perfume
Das flores de seus pomares
Aonde os pássaros gorjeiam
Esvoaçando nos ares
És um ser de qualidade
Na vida dos animais
Mandando oxigênio
E eliminando gás
Produtora de alimentos
Nas florestas naturais
Reguladora do clima
Amiga essencial
Nas nascentes de um rio
É muito fundamental
Na permanência de água
Tem poder fundamental
Tudo da árvore faz bem
Seu corpo sua função
Raiz caule flor e frutos
Sombra brisa e perfeição
E ainda oferece aos pássaros
Lugar pra habitação
O coração do Brasil
Ainda está verde a cor
Toda forma de atentado
Invasão cerro motor
Queimadas desmatamentos
Destrói todo seu valor
Seja você um fiscal
Pra árvore fiscalizar
Impeça do motor serra
Na floresta trabalhar
Quando tirar uma planta
Plante outra no lugar.
HELENA BEZERRA.
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
A LÍNGUA QUE CALUNIA
É perigosa e cruel
É amarga e venenosa
É triste e desconfiada
Vulnerável e perigosa
São falsas suas palavras
E muito pecaminosa
É fatal a sua ação
É companheira do mal
E na arte de criar
É único seu ideal
É estranho o linguajar
É um fusível letal
É pior que furacão
Virando pelo avesso
É um demônio iludindo
Pra mudar de endereço
É ferro furando solo
Provocando estremeço
É ofensa é ameaça
A família destruída
É mágoa sem solução
Destruidora de vida
É o fermento do mal
Agindo como ferida
A língua que calunia
Sangra estrangula e mata
Levanta falso excomunga
Aonde tem paz assalta
Impede viver feliz
Até a alma maltrata.
Autora Helena Bezerra.
SER PAI É:
Ser pai é ser responsável
Pelos filhos que gerou
Tratar de igual pra igual
Cada fruto que brotou
Marcar presença constante
Na família que formou
Ser pai é ser companheiro
Cumprindo a obrigação
Sem sonegar o dever
De cuidar com atenção
Que todo filho merece
Carinho e educação
Ser pai é não confundir
A forma de reclamar
Usar de autoridade
É um controle no lar
Manter o poder paterno
Consiste no educar
Ser pai é ser amigável
Em qualquer situação
Para o que der e vier
Lutar pela solução
Sem deixar a mãe sozinha
Ser o pivô da questão
Ser pai é ser exemplar
Ser também um bom marido
Bom homem bom cidadão
Por todo filho querido
O pai que agir assim
Já tem seu dever cumprido
Ser pai é dar o espaço
Para seu filho falar
Não ser dono da razão
E saber dialogar
Porque o erro é difícil
De um ou outro aceitar
Ser pai é elogiar
Criticar e defender
Desculpar e perdoar
Ensinar obedecer
E apontar o caminho
Para o filho percorrer
Ser pai é agradecer
Pelos filhos todo dia
Viver a vida cristã
Exercer cidadania
Ter um pai agindo assim
Toda família queria.
AUTORA:HELENA BEZERRA.
sábado, 15 de julho de 2017
A VOZ DE UM PÁSSARO PRESO
Longe da minha floresta
Trancado numa gaiola
Nem folha de castanhola
Avisto pela uma fresta
Não fiz mais uma seresta
Me lembrando de voar
Se ninguém vem me soltar
Tempero minha garganta
Passarinho preso canta
Porque não sabe chorar
Passo toda madrugada
Num pesadelo medonho
Me alegro quando sonho
Voando com a passarada
Liberto sem sofrer nada
Prefiro não acordar
Pra nesta prisão ficar
A vida não adianta
Passarinho preso canta
Porque não sabe chorar
Ao invés de voar pulo
Numa gaiola trancado
Me sinto desesperado
O bocado que engulo
Me dar raiva fico fulo
Sinto fel no paladar
Me solte pra procurar
Aquilo que me adianta
Passarinho preso canta
Porque não sabe chorar
O meu coração soluça
Quando vejo o pedrador
Fingindo que tem amor
É só uma carapuça
A dor no peito aguça
Se ele se aproximar
Ah quem me dera encontrar
Liberdade que garanta
Passarinho preso canta
Porque não sabe chorar
Jesus dê compreensão
A quem prende passarinho
Deixe construir o ninho
E voar na amplidão
Catar sementes no chão
E no espaço soltar
Feliz a cantarolar
Lubrificando garganta
Passarinho preso canta
Porque não sabe chorar.
HELENA BEZERRA.
Trancado numa gaiola
Nem folha de castanhola
Avisto pela uma fresta
Não fiz mais uma seresta
Me lembrando de voar
Se ninguém vem me soltar
Tempero minha garganta
Passarinho preso canta
Porque não sabe chorar
Passo toda madrugada
Num pesadelo medonho
Me alegro quando sonho
Voando com a passarada
Liberto sem sofrer nada
Prefiro não acordar
Pra nesta prisão ficar
A vida não adianta
Passarinho preso canta
Porque não sabe chorar
Ao invés de voar pulo
Numa gaiola trancado
Me sinto desesperado
O bocado que engulo
Me dar raiva fico fulo
Sinto fel no paladar
Me solte pra procurar
Aquilo que me adianta
Passarinho preso canta
Porque não sabe chorar
O meu coração soluça
Quando vejo o pedrador
Fingindo que tem amor
É só uma carapuça
A dor no peito aguça
Se ele se aproximar
Ah quem me dera encontrar
Liberdade que garanta
Passarinho preso canta
Porque não sabe chorar
Jesus dê compreensão
A quem prende passarinho
Deixe construir o ninho
E voar na amplidão
Catar sementes no chão
E no espaço soltar
Feliz a cantarolar
Lubrificando garganta
Passarinho preso canta
Porque não sabe chorar.
HELENA BEZERRA.
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