Faço um convite sincero A todos apologistas Poetas e cordelistas Indo ao mundo virtual Pesquise em blog e jornal Viva sempre em sintonia Venha fazer companhia Curtir e apreciar E se poder comentar Um foco de poesia.
sábado, 31 de agosto de 2024
VIDA E VOCAÇÃO DO PADRE MRCIEL.
quarta-feira, 7 de agosto de 2024
SO: RESIGNAÇÃO.
As aves são filhas da mãe natureza
Tem livre arbítrio pra sobrevivência
Esvoaçam na busca de mais assistência
E nessa aventura se torna uma presa.
Sem ter sentimentos demonstram tristeza
Predador ataca com disposição
Sai da vida livre pra uma prisão
Não tem audiência e nenhuma defesa.
Um calopsita usando coleira
Pra ter um lazer puxado entre a feira
Chamava atenção ver aquela acena
Vozes retumbavam por todo recanto
Eita coisa linda! Mas não viam o quanto
Era o sofrimento daquela pequena.
Helena Bezerra.
quinta-feira, 25 de julho de 2024
AO AMIGO PADRE VALCI.
Tenho profunda amizade
Ao nosso pároco Valci
Assim que o conheci
Senti a sinceridade
Cultiva a simplicidade
A paróquia conquistou
Todo fiel abraçou
Sem distinção de ninguém
Seu lema é fazer o bem
Foi Deus quem nos enviou.
Santo Antônio padroeiro
Preparou o seu caminho
Enviou este baixinho
Pra servir o mundo inteiro
Antônio Martins o primeiro
Que pegou e segurou
Desde que se consagrou
Que faz o que lhe convém
Seu lema é fazer o bem
Foi Deus quem nos enviou.
Seu carisma é transmitido
A todos que o conhece
O nosso padre merece
O que Deus tem prometido
Obediência tem sido
O poço que mergulhou
Tudo que sempre ensinou
Perdoar salva também
Seu lema é fazer o bem
Foi Deus quem nos enviou.
É amigo da verdade
É sincero e compassivo
É sereno e positivo
É padre de qualidade
É de responsabilidade
É como Deus confiou
É sorte pra quem ganhou
É tudo que nos convém
Seu lema é fazer o bem
Foi Deus quem nos enviou.
HELENA BEZERRA.
MOTE:SE EU NÃO POSSO DAR ABRAÇO NÃO SEI COMO VOU VIVER.
Um abraço aconchegante
Transmite muita energia
Deixa a matéria sadia
E o coração radiante
Até a cura garante
Quando o corpo adoecer
Prefiro antes morrer
Quebrando meu espinhaço
Se eu não posso dar abraço
Não sei como vou viver.
É tão forte sensação
Quando se mata saudade
Aumenta a vivacidade
Havendo aproximação
Só um aperto de mão
Não dar para resolver
O melhor se prender
No calor de cada braço
Se não posso dar abraço
Não sei como vou viver.
Se eu passar uma semana
Sem abraçar um vivente
Meu corpo fica doente
Do pé até a pestana
Vou tomar uma de cana
Pro problema resolver
Me embriago e vou sofrer
Sem conseguir dar um passo
Se eu não posso dar abraço
Não sei como vou viver.
Já abracei muita gente
Hoje só resta lembrança
Jovem adulto e criança
Me abraçava sorridente
Hoje me sinto doente
A minha vida é gemer
Vejo o dia amanhecer
Numa cadeira de aço
Se eu não posso dar abraço
Não sei como vou viver.
Mote: Amauri Viana
Glosa:Helena Bezerra.
terça-feira, 4 de junho de 2024
GRATIDÃO A NOSSA SENHORA.
Dia trinta e um de maio
De dois mil e vinte e três
As onze horas do dia
Um trágico acidente fez
Três pessoas em duas motos
Se chocarem duma vez.
Somente uma das três
Teve graves ferimentos
Clavícula e perna quebrada
As dores e os lamentos
Provocaram em João Lucas
Parcelas de sofrimentos.
Entre frações de momentos
Pessoas deram assistência
Levaram ao hospital
Que atendeu a urgência
Dando vez a Pau dos Ferros
Continuar a sequência.
Fizeram com competência
O que era pra fazer
No mesmo dia voltou
Só Deus sabe resolver
A família misturou
Sofrimento com prazer.
Sem cessar de agradecer
O milagre que foi feito
Vendo o menino engessado
Deitadinho no seu leito
Perguntando quando é
Que eu posso andar direito.
Ficou no ar sem efeito
Aquela interrogação
O silêncio era resposta
Para pergunta de João
No momento acontecia
A santa coroação.
Hoje nesta ocasião
Um ano depois da cena
Quem veio coroar Maria
Com sua mão pequena
Foi João Lucas Xavier
O netinho de Helena.
A comunidade plena
Peço pra ficar de pé
Rezar uma Ave Maria
Agradecendo com fé
Toda graça recebida
Da Virgem de Nazaré.
Por HELENA BEZERRA.
ROSEIRAS DA VIDA.
Exalam perfume
Morrem de ciúme
O filho que assume
Ama sem medida
Se ele adoece
Ela permanece
De joelho em prece
Pela sua vida.
Mãe é voluntária
Fiel operária
Faz sua diária
Sem reposição
Quanto mais se doa
A vida acha boa
E nunca enjoa
Da sua missão.
Se o filho é ausente
Saudade ela sente
Quando está presente
É só alegria
A mãe tem estudo
Pra resolver tudo
Deus é seu escudo
No seu dia-a-dia.
Toda mãe devia
Seguir a Maria
Gozava e sofria
Com o redentor
Dá paixão a morte
Demonstrou ser forte
Munida de sorte
Mãe do criador.
Por HELENA BEZERRA.
SONETO; SONEGAÇÃO DO USO LEGAL.
Um encontro se deu por coincidência
Dois jovens tiveram olhos atraídos
Juntaram os corpos pra viver unidos
Com a força doada pela providência.
Nenhum suportava do outro a ausência
Era casca de bala sempre em sintonia
O nascimento deles foi no mesmo dia
Os cuidados eram de grande assistência.
Bons tempos amando pode se somar
Mas a tentação veio do celular
Provocando brigas com este casal.
Fugiu da família o amor, o respeito
Sonho construído foi tudo desfeito
Pela sonegação do uso legal.
Por HELENA BEZERRA.