quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

PORQUE DISCRIMINAÇÃO?


Sendo  obeso se revolta
Quando alguém fita o olhar
Se for numa festa volta
Antes dela se findar
Odeia uma balança
O que mais cresce é a pança
Parece está estufado
Come sem moderação
Na sua concepção
Se acha discriminado

O homem que é poeta
Observa pensa e cria
Qualquer assunto interpreta
Desenvolve em poesia
Uns vive a vida cantando
Outros vivem declamando
Os seus trabalhos rimados
A maioria esquece
Que o poeta merece
Nunca ser discriminado

O drogado dependente
Da paz é destruidor
Desrespeita o ambiente
As vezes causa terror
Pede, engana e mente
Assalta e mata gente
Pelo vício é dominado
Se for tratado tem jeito
Mesmo mostrando respeito
É muito discriminado

O aidético está sendo
Pela saúde atendido
Quando ele fica sabendo
Que do vírus é atingido
Entristece  e se agita
Sua mente fica aflita
Quando é examinado
O médico lhe faz feliz
Mas o povo encara e diz
Este está discriminado



Aquele que é bandido
Vive no mal apostando
Nunca se dar por vencido
Por isso vive esperando
Um golpe certeiro dar
Ao próximo prejudicar
Nunca se acha culpado
Um dia ele é destruído
Grita o povo enfurecido
Morreu um discriminado

A criança é obra prima
Do autor da criação
Merecida de estima
Amor e dedicação
Muitas são abandonadas
Por suas mães desprezadas
Aqui ou em outro estado
Trabalho tem sido feito
Pelejando pra dar jeito
A quem é discriminado



O professor é um ente
Diferente dos demais
Jesus sabe e ele sente
Fazendo encontro com pais
Dizem não posso ajudar
Ao meu filho estudar
Porque não sou preparado
Agüentem por favor
Até o governador
Faz ele discriminado

O matuto é agregado
De costume e tradição
Fala de terra e de gado
Gosta de tomar pifão
É rústico seu linguajar
Se por acaso estudar
Ainda fala errado
Tem professor que critica
Desse jeito o pobre fica
Na aula discriminado


O fumante é defensor
Dos males que o fumo faz
Prejudicado com dor
Afirma estou bem demais
Fumando muito e tossindo
E a fumaça cobrindo
Quem está aproximado
Quem toma vergonha deixa
Pois muita gente se queixa
Fumante é discriminado

O idoso representa
Uma história de vida
A muitos ele comenta
Minha existência é sofrida
Nada foi fácil pra mim
Já estou chegando ao fim
Por Deus eu sou castigado
Fico num canto sozinho
Ouço alguém dizer baixinho
Idoso é discriminado



Se você é  portador
De uma deficiência
Já tem projeto a favor
O que falta é competência
Para o projeto exercer
E o deficiente ser
Em todo lugar tratado
Sem excluir seu direito
Mas sempre tem um sujeito
Que o julga discriminado

O pobre é excluído
No meio da sociedade
É taxado de metido
Perto de autoridade
Mesmo Lula lhe ajudando
Tem muita gente negando
Seu direito conquistado
Nos projetos sociais
O Bolsa custa demais
Porque é discriminado



A   mulher  evoluiu
Na luta e no pensamento
Da cozinha ela saiu
Com marca de sofrimento
Quebrou cabresto e corrente
Lutou pra ser consciente
Mesmo fazendo zoada
Tirou macho do poder
Mas ele insiste em dizer
Mulher é discriminada

O cachaceiro é um traste
Sem vergonha e sem futuro
Desejam até que o craste
Pra não produzir impuro
No bar ele é um imundo
Na rua um vagabundo
Por todos ignorado
Em casa a mulher implora 
Meu amor você lá fora
É  muito discriminado



A polícia militar
Mesmo sendo bem treinada
Uns começam criticar
Que sua luta é errada
Não usam educação
No momento da prisão
Prende até inocentado
Só faz assim diz o povo
Este policial novo
É todo discriminado

O negro tem um perfil
De lutar com perfeição
Pode se virar em mil
Mas não muda a opinião
E nem a compreensão
Do branco mal informado
Mesmo sendo um mestiçado
Abre a sua boca e diz
Aqui no nosso país
O negro é discriminado.




O homem agricultor
É repleto de esperança
Um inverno promissor
Aguarda com confiança
Planta antes de chover
Confia que vai colher
E muitas vezes dar errado
Procura uma solução
Cansado de ouvir não
Se acha discriminado

O homossexual
Na luta tem avançado
Vivendo como um casal
Por lei já foi conquistado
Adotar uma criança
No dedo por aliança
Mesmo sendo namorado
Sendo um ao outro fiel
Registrado no papel
Ainda é discriminado



O alfaiate é um ente
Que luta para agradar
Mede traça corta e sente
O gosto de costurar
Aceita fazer recortes
De roupa fina a esportes
Faz a dinheiro e fiado
Zela bem cada cliente
Mas tem um tipo de gente
Que o faz discriminado

Pra que discriminação
Quando só temos pai
Zombar do próprio irmão
Todo poderoso cai
Vamos unidos viver
A Jesus obedecer
Pra poder ser perdoado
Quem errou peça perdão
E diga de coração
Não sou mais discriminado.





      

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

O SENTIDO CRISTÃO DO NATAL




O período natalino
 Pelo cristão é vivido
O mistério de Jesus
Não pode ser entendido
O verbo se tornar carne
Como criança nascido.

O povo é confundido
Com a festa do natal
Dar muita prioridade
Reunir o pessoal
Enfeitar o ambiente
Esquecer o principal.

O comércio é um postal
Se renova a alegria
Papai Noel de vermelho
E barba branca macia
Se destaca na vitrine
Toda criança aprecia.

Não importa a carestia
Compram tudo no cartão
Não falta peru na ceia
Porque já é tradição
Panetone no café
Da primeira refeição

Só falta a oração
Pro povo civilizado
Compreender que Jesus
Sempre está ao nosso lado
Pra nascer no coração
Que estiver preparado

Precisa muito cuidado
No agir e no falar
Fazer uso do perdão
É maneira de limpar
Parte do seu coração
Para Jesus habitar

É bom ler e explicar
A viagem de Maria
Quando ia pra Belém
Com José em companhia
E lhes negaram hospedagem
Dizendo que não podia

Em uma estribaria
Encontraram aposento
Os animais e José
Viram o acontecimento
A alegria invadiu
De Jesus o nascimento

Pede-se entendimento
Para o natal entender
O seu sentido cristão
A vida favorecer
O supérfluo descartar
E o concreto valer

HELENA BEZERRA..











quinta-feira, 29 de novembro de 2018

     


                                      HINO A CRISTO REI.



Viva! Viva! Cristo Rei
No seio da humanidade
Logradouro vibra e canta
Na sua festividade
 (REFRÃO)

Um padroeiro escolhido
Pelo povo do lugar
Todos no objetivo
De Cristo Rei adorar

No ano dois mil e quatro
A capela foi erguida
A imagem de Cristo Rei
Pelo padre foi benzida

Cristo Rei do universo
Fonte transbordando amor
O atingido por ele
Degusta melhor sabor

Seu reino está entre nós
Em cada um sacramento
E na palavra divina
Que serve como alimento

Assim nos tornemos sal
Para transmitir sabor
E luz para propagar
Cristo Rei nosso Nosso Senhor.

Helena Bezerra.

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

O PROFESSOR


O professor è a base
Que sustenta uma nação
É a fonte que fornece 
Saber e educação
No labirinto da vida
Aponta uma direção


O professor multiplica
Educação e saber
A soma do resultado
È franco pra fornecer
Quem quiser ser ganhador
Vá pra fila receber

Toda profissão merece
Uma injeção de amor
Aplicada com carinho
Pra não matar o valor
Que se encontra injetado
Na alma do professor

O médico,o advogado
O juiz,o promotor
O bacharel em direito
Engenheiro e contador
Ai deles se não houvesse
O exímio professor

Não menospreze aquele
Que contribui pra nação
Crescer com sabedoria
Ciência e educação
Quem formação recebeu
Do professor esqueceu
Até de apertar a mão.
Autora: Helena Bezerra.

sábado, 15 de setembro de 2018

SAIBA VOTAR

Não vá votar em corrupto
Não vote pelo dinheiro
Não vote por egoísmo
Não vote no trapaceiro
Não vote em troca de pão
Não vá votar em ladrão
Não vote no caloteiro.

Não vote pelo favor
Não vote pela beleza
Não vote por propaganda
Não vote por esperteza
Não vote encabrestado
Não vá votar enganado
Não vote por safadeza.

Não vote por tradição
Não vote no viciado
Não vote no corrompido
Não vote no depravado
Não vote por ser parente
Não vá votar em valente
Não vote no amostrado.

Não vote pelo partido
Não vote por amizade
Não vote num demagogo
Não manche a dignidade
Não vá anular o voto
Não vote por vê a foto
Não vote por falsidade.

Só vote se pesquisar
Só vote desobrigado
Só vote com consciência
Só vote bem preparado
Só vote para mudar
Só vote pra melhorar
O que.tá desmantelado.

Autora;HELENA BEZERRA.





sábado, 1 de setembro de 2018

SÓ VOCÊ PODE MUDAR



O Brasil está  na hora
De haver uma mudança
O muito nas mãos de poucos
E poucos na esperança
De melhora acontecer
É só saber escolher
Pessoas de confiança

Quem já administrou
Construiu a sua história
O eleitor consciente
Trás guardado na memória
Não vai eleger de novo
Um enganador do povo
Ao longo da trajetória

Se os políticos mudassem
A forma de trabalhar
Olhassem para nação
A ponto de melhorar
Saúde e educação
Os pobres tivessem pão
E casa para morar

Cada gestor respeitasse
As verbas adquiridas
Para cada seguimento
Fossem bem distribuídas
Os impostos arrecadados
Fossem todos empregados
Para melhoras de vidas

Vamos deixar de votar
Em quem tira da nação
Os direitos garantidos
Pela Constituição
Melhor escolher um novo
Que dê voz e vez o povo
Saúde e educação.

Autoria de Helena Bezerra.




segunda-feira, 30 de julho de 2018

AUDICLÉSIO ALVES MAIA UM SONHO SE REVELANDO.

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Audiclésio Alves Maia
Um menino sonhador
Traquino e inteligente
Enérgico a todo vapor
Seu foco era ajudar
Fazia era atrapalhar
Ai pai trabalhador


Quando criança vivia
Lá no sítio Mamoeiro
Nasceu de família pobre
Onde ele é o terceiro
Os pais Maurina e Careca
Era levado da breca
Atentava o dia inteiro


Como não parava quieto
Tudo queria fazer
A sua mãe professora
Foi quem lhe ensinou ler
Sua mente não parava
Caia e se levantava
Apanhava pra valer





Com o pai ia pra roça
Cheio de disposição
Atrapalhava o serviço
Careca dava um tapão
O desgosto lhe invadia
E sua mãe prometia
Mudar a situação


Quando faltou o ensino
Naquela zona rural
Crianças iam a pé
Até chegar ao local
Aonde o estudo havia
Desistia a maioria
As vezes por passar mal


A cidade Frutuoso
Naquele tempo não tinha
Recursos pra transportar
Todo aluno a pé vinha
Também não tinha merenda
E nem comprava na venda
Ou situação mesquinha

Maurina tirou os filhos
Daquela situação
Falou com familiares
Efetuou divisão
Trouxe quatro pra cidade
Melhorou a qualidade
E a preocupação


Multiplicou os trabalhos
Para economizar
O pouco que lhes sobrava
Foi juntando até comprar
Uma casinha na rua
Pra vê a família sua
Seguindo pra estudar


Depois da casa comprada
Ela juntou os meninos
Tony,Gleibson e Aldiclésio
Uns gordos outros franzinos
Aldimeire organizava
Em todos ela mandava
Dos grandes aos pequeninos


Aldiclésio como sempre
Tinha fome de lutar
Alguém precisando dele
A demora era chamar
Todo mandado fazia
Se dinheiro recebia
Corria para gastar


Gastava só bagana
Guardava para levar
Na hora do intervalo
O seu prazer era dar
A cada um seu colega
E na hora da entrega
Ficava sem merendar


Desde sua meninice
Que guarda esta vocação
De servir sem recompensas
A qualquer um cidadão
É dádiva do criador
Lutar aplicando amor
No ato da precisão


Foi a área da saúde
Que Adiclésio escolheu
Para aplicar com garra
O que Jesus Cristo deu
A vocação do servir
E nunca vai desistir
De nenhum cliente seu


Muito novo ele ingressou
Num hospital trabalhando
Tratava bem os doentes
A cada um conquistando
Com muito zelo e carinho
Criança, adulto e velhinho
Do seu jeito ia curando


No concurso do estado
O negro foi aprovado
Muito tempo de espera
Porém quando foi chamado
Deixou a terra natal
Num hospital regional
Foi seu contrato assinado


Na cidade Mossoró
Fixou sua residência
Assumiu o seu trabalho
Mostrando eficiência
Cresceu expectativa
Integrantes da ativa
Viu a sua competência


Conquistou a amizade
Com todos os operários
Da linhagem alta e baixa
Só reclama dos salários
Além de pouco atrasado
É um descaso danado
Com todos os funcionários


Aldiclésio não suporta
O descaso da saúde
Pacientes em corredores
Gritando Deus me ajude
O pior é vê morrendo
E a família trazendo
Pra casa num ataúde


Foi por estas circunstancias
Outras que não vou citar
Aldiclésio Alves Maia
Resolveu arregaçar
Mangas e partiu pra luta
Próprio de sua conduta
O erro ir reclamar


Foi líder de sindicato
Com muita aceitação
Movimentava equipes
Chamava a população
Cada motivo esplicava
E todo mundo ficava
A par da situação


Assim ganhou confiança
Pelos atos que fazia
Mostrava a realidade
Que a saúde sofria
Robson Farias enfrentou
Tenha dó governador
Ele fez que nem ouvia


Formou caravanas e foi
Lá em Natal acampar
Foi na governadoria
Onde pôde observar
Um tratamento opressor
Assassinando o valor
De quem busca melhorar


Isto serviu de reforço
Pra Aldiclésio em tender
Que a luta vai além
Só não pode esmorecer
O forte e o otimista
Só obtém a conquista
Depois de muito sofrer.


Chegaram á conclusão
Na equipe sindical
Só temos uma saída
Pra combater este mal
É se o Maia aceitar
Uma vaga disputar
Na bancada federal


Foi favorável a resposta
Tá na constituição
É um direito assistido
A qualquer um cidadão
Conto com vocês na luta
Pra enfrentar a disputa
Naquela federação


Vou fazer minha campanha
Na base da doação
Cada um me dê seu voto
Não quero dinheiro não
Garanto que vou ganhar
Se você em mim votar
No dia da eleição.

Autora:Helena Bezerra.